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segunda-feira, 29 de março de 2010

Sexo: relação de amizade


Não é simples entender isso e nem tão fácil desenvolver, tudo depende de uma quantidade enorme de variáveis.

Uma vez ou outra acontece de você se ver dentro de mais um pseudo relacionamento, totalmente causal e muitas vezes oportuno (digamos que seja assim pra você). Você conhece alguem interessante que, impressionantemente, não teme as mesmas coisas que o senso comum e não liga muito para o que acontece com ambos fora daquele quarto ou daquele bar.

Ambos se encontram quando precisam, riem, conversam, se gostam. Mãos dadas na rua e carinhos trocados por nada, um abraço que ela não recebe a meses e um beijo que você só sente de vez em quando. Para o público externo um casal feliz e em um bom momento do relacionamento, pra vocês uma tarde boa como tantas outras, mas ao contrário do que todos pensam: nenhum relacionamento em questão.

A amizade ligada fortemente a convivência e a vontade de ambos de se verem, dormirem juntos e curtirem momentos sem que necessariamente exista um relacionamento é algo difícil de se acreditar, o velho termo da amizade colorida, mas pra mim um pouco mais definida, pois ambos tem interesse, apesar do forte motivo sexual, de conversar e levar assuntos sobre tudo que lhes é interessante. Forma-se um casal de amigos com um envolvimento totalmente casual, mas que recai um pouco alem por possuírem um assunto capaz de envolver muitas mais que um simples "bom dia e até mais".

A amizade ocorre somente depois do período inicial dos encontros casuais, são conversas, desabafos, saídas e encontros ocasionais que vão construindo um conjunto que antes não existia. Aquela figura meramente sexual vira um foco do seu carinho e vai se tornando, mais que uma parceira, uma amiga.

Claro que nem tudo são rosas, por mais que tudo siga bem e que isso dure até anos (pode acreditar), muita coisa se transformou pra que isso desse certo. Desejos, pensamentos e tristezas são passados e repassados a limpo por um dos lados, esse lado faz escolhas e, por mais que você não venha nunca a saber, é por causa dele que isso tudo existe.

Existem pessoas que não se enxergam dentro de uma situação como essa, mas que em um momento de suas vidas acabam por se ver nessa "confusão" e, por incrível que pareça, ainda se sentem bem. Um dos maiores medos é o envolvimento e a idéia de se magoar, pois nem sempre o acordo é mútuo e, mesmo que seja, ninguem responde com total sanidade quando o peito chama.

Todos somos egoístas e nem sempre agimos da melhor forma possível com essa pessoa, ambos se conhecem, mas todos querem buscar coisas novas sempre que possível. Mesmo desse modo, depois que tudo está construído, devemos pensar sobre a possibilidade de mágoa, pois, pelo menos pra mim, "não vim aqui para magoar ninguem" ainda mais alguem por qual tenho carinho.

Esse tipo de amizade não é duradoura, mas deve ser ao máximo sadia, para os dois lados. Você deve saber o que aceitar e tentar compreender o outro lado, pra que ninguem saia machucado. Ao mesmo tempo não espere sempre rosas. Você deve confiar na sua cabeça e no seu instinto para com situações ruins, pois podem te tratar como uma amizade, enquanto você crê em um relacionamento.

Por fim, eu acredito no bom relacionamento casual( por mais que pareça absurdo eu acreditar que ele possa existir de maneira sadia) que transforme uma amizade em algo legal de se curtir. Ao mesmo tempo, jamais desrespeitar e evitar qualquer consequência que traga mágoas. Estamos aqui atrás de uma forma de amor e não afim de receber pedras de alguem que não tratávamos como inimigo.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Idealizando idiotas

Não é a primeira e sei que não vai ser a última vez que me pego fazendo isso.

Você vê aquele carinha gracinha, fica super afim dele e você passa a ter um objetivo imediato na vida. Quando você descobre que terá sucesso porque o desejo é recíproco, fica toda empolgada e começa a merda.

Não sei se sou a única que dá de louca e faz isso, mas acredito que não. Assim como quando você sai às compras, você passa um bom tempo olhando o seu objeto de desejo na vitrine e quando o experimenta olha de todos os ângulos possíveis para ver se a roupa ficará bem em você. E foi assim que eu fiz com o ser em questão.

O que acontece? Temos essa querida companheira chamada Internet, a câmera digital (esqueçamos já a era das analógicas, o scanner e a baixa definição) e o narcisismo próprio de cada um dessa sociedade que gosta de expor sua imagem. Então o que não falta, tratando-se de pessoas que fazem parte desse mundo digital, são fotos suas na internet. E o que eu faço? Vamos lá a procura pra olhar mais a gracinha que você está prestes a adquirir e descobrir se vai cair bem com você.

Orkut, Facebook, Blog, Fotolog, Flickr...o que não falta é locais para se encontrar imagens do ser em questão. E, como o mais recente caso, quando a pessoa ainda é mais conhecidinha na noite e no cenário que ele frequenta, vem também o Google Imagens, com mais e mais fotos. E fico lá, perdendo horas do meu precioso tempo, suspirando e vendo como ele é fotogênico, como ele se veste bem, como os amigos dele também são bonitos ou quase (vamos e convenhamos, amigos zuados queimam o filme!), etc, etc. E quando me pego pensando como sou uma pessoa sortuda de ter também sido alvo do desejo daquele ser, ficando orgulhosa de mim mesma por isso, tá feita a merda: idealizei-o.

Tá, admirar alguém não é problema algum. A questão é que geralmente faço isso com caras que parecem ser uns idiotas. As vezes eles me provam o contrário, as vezes não. Quando começo a ler as coisas que escrevem nas páginas internet à fora, muitas vezes encontro comentários toscos que me fazem sair da esfera da estética e adentrar na personalidade dele e boa parte das vezes o resultado parcial é decepção ;(.

Descubro então que o cara não vale nada. Isso já é um fato. E ao levar em conta essas e outras diversas circunstâncias estruturais e conjunturais, eu sei que nosso lance não terá sucesso. Não entrarei em detalhes do porque. Vai ser algo momentâneo, mas vai ser algo que eu to esperando desde aquele momento que eu o idealizei. Eu já estou com um julgamento pré-concebido, e provavelmente orientarei minhas ações por esses pré-julgamentos. Se é o que eu quero e se sei que não vai dar em nada, não vou perder tempo fazendo joguinho (não que eu saiba faze-los, mas isso é assunto pra outro post) pra tentar ter alguém que não me parece lá valer muito a pena.

Mas há uma outra questão. Eu sou uma pessoa muito feliz por saber que os bonitos não são sempre burros e idiotas e que os inteligentes e cultos não são sempre feios. Eu mesma me considero um exemplo como as características mais positivas acima citadas podem combinar-se de maneira satisfatória. E por preza-las, acabo por decepcionar quando um dos meus quesitos não é preenchido. Tá, uma gracinha eu sei que ele já é, mas, e o restante? A grande maioria das vezes encontro algo que pra mim também tem grande valor: bom humor. Isso compensa de certa forma, sim. É fundamental pra mim que a pessoa seja divertida e me faça rir. Mas ao descobrir cada vez um pouquinho mais sobre ele, muitas vezes acabo percebendo que, além de não valer nada, que o cara é quase um idiota. E ai, comofas? Ignoro esse fato e prendo-me unicamente ao nível carnal do negócio?

Talvez a resposta esteja por aí. Talvez nos vejamos de vez em quando, satisfaçamos a nossa vontade e, além de idealizar idiotas, me junto a colega do blog “Eu dou para idiotas”. Acontece. Mas talvez eu esteja me precipitando muito. Julgamentos baseados só no que se encontra publicado na internet são extremamente parciais. Eu mesmo, tenho certeza absoluta disso, sou uma pessoa muito fútil e pouco profunda em rede, prefiro ficar escrevendo sobre meus relacionamentos bizarros, que podem ser considerados assuntos banais, ao invés de compartilhar o conteúdo intelectual que adquiro nas muitas horas do meu dia que passo na sala de aula ou na biblioteca estudando, o que ninguém na internet vê. Então, por que não dar esta chance a ele, né? As vezes dou a sorte dele ser, além de lindo, interessante (vou ignorar o fato que ele não vale nada, o que me interessa aqui são as características excitantes do negócio). E se vai ser bom? Bem, direi isso mais tarde. ; )

domingo, 20 de dezembro de 2009

Tempos Modernos


Meu pai me pergunta sobre as garotas que eu conheço e sobre pseudo-relacionamentos. Ele quer saber se eu estou namorando e acha um absurdo a idéia de que aquela garota é uma amiga minha e que isso resume nosso "relacionamento". Chega a ser engraçado e é nessa hora que eu respondo "São os tempos modernos papai".

Meu pai curtiu a vida demais, tanto que não me responde e nem me conta o que fez dos 20 aos 40 anos, mas mesmo pra ele o modo como as coisas acontecem "hoje em dia" é bem diferente. Ele sabe que conhecer mulheres faz parte da vida, gostar delas e querer algo mais também, mas se espanta quando percebe que o desejo sexual está virando o teor alcóolico que tinha o primeiro beijo.

É por isso que vemos que muito (ou quase tudo), do assunto, se resumo a sexo.

Sair com "X" pessoas justamente pra isso, transar, durmir ou só fazer e sair fora. Não durmir em casa durante a semana só pra passar mais tempo transando do que durmindo. Claro que não é desse jeito (eu durmo mais), mas esses são os tempos modernos que eu me refiro quando falo com meu pai.

As vezes você até se motiva em sair com alguêm, até pensa "Beleza, acho que agora vai", mas na segunda vez que você sai volta pra casa pensando que ela seria mais interessante deitada numa cama do que sentada em uma mesa de bar.

Sexo segura relacionamentos, cria e tambem acaba com eles. Já fiquei por sexo, já continuei por sexo e já acabei tudo por causa disso. Creio que fica a pergunta "Aonde você quer chegar tentando explicar essa besteira de tempos modernos?"...nenhum lugar.

Acho bom discutir sobre isso e ver até aonde agente aceita esse tipo de coisa. Mulheres que só transam por amor, que vêem sexo casual como pura futilidade (quero deixar claro que conheço homens assim também) versus aquelas que encontram na casualidade boa parte da diversão do fim de semana.

Como bom amante penso nos dois casos, quero me divertir, mas ainda busco encontrar paz nessa guerra. A casualidade é uma moeda de duas faces e quatro verdades. Em ambos dos lados temos aspéctos positivos e negativos, mas nos dois casos devemos saber em qual lado apostar e como administrar a sorte de uma possível vitória.

Pra falar a verdade esse post não foi muito prestativo, mas prometo um assunto melhor da próxima vez.

terça-feira, 28 de julho de 2009

O que você faria, todo mundo faz(?)


Esses dias comecei uma discussão quase que sem fim com uma amiga por MSN. Iniciamos a conversa com um comentário sobre uma amiga minha que tem uma amiga que dá pra um cara famoso aê. O papo foi tão longe que eu acabei terminando como um pseudo-machista babacão. Claro que fiquei revoltado, pois não me considero um monstro (bem como não sou um santo), mas ao ponto de ser taxado assim, ai não.

Claro que não foi tão rápido e ela, de uma hora pra outra, já veio com essa, o assunto foi desenrolando, fluindo e chegando aonde não era pra chegar. Durante a conversa eu até me assustei, pensando que não era possível, nunca fui criado assim, não é justo que eu seja isso que ela está falando. Nisso, fui passando o texto pra Fikdik (que é uma amiga confiável) e ela foi comentando tudo.

No fim, percebemos que minha amiga era um pouco exagerada quando comentava sobre suas decepções com o mundo, não uma extremista, mas exagerada. Que eu não chegava perto de ser um machista e que muitas coisas são ditas, e acontecem, por conta da nossa criação mesmo.

Foi quase coincidência o Manual do Cafajeste ter feito um post (aqui) falando sobre uma mulher que estava atrás de homem por dinheiro e uma transcrição de outra conversa seguindo a mesma linha. O mais foda, pra mim, foi que a discussão que eu tive com essa amiga falava sobre o fato da mulher se posicionar como objeto, dela utilizar o corpo pra conseguir as coisas e de como a sociedade impôs isso, de certa forma, para que se torna-se uma verdade oculta quase que absoluta.

Como eu falei, a conversa fluiu e chegamos a uma parte onde ela culpava a evolução da sociedade machista como destruidora das mulheres e a publicidade (eu sou publicitário meu deus, ai eu tinha que discutir) como um algoz dissimulador e cruel.

Tá certo, eu sei que, depois do políticos, os publicitários são os seres mais odiados do mundo, só que dizer que a culpa é nossa é mentira, dado o link que eu passei do Manual.

Parando pra pensar: sexo por esporte, por diversão, casual, ou seja lá o que for, será que não são atos mais dignos do que dar pra um cara pelo dinheiro? Não desmerecendo nossas queridas meretrizes, elas assumem e o fazem profissionalmente, estou falando dessas "santinhas", dessas "articuladas, com classe e maravilhosamente lindas" que existem em todo mundo, COMOFAS? ME DIZ?

Pensar em mulher como objeto é muito fácil. Qualquer homem vê seu lanche quase como um objeto, pois muitas vezes elas são somente um truque de mágica: em uma mão você vê um celular, somente números, mas em um passe de mágica lá está ela.. TÃ-DÃ! No bar pronta para se embriagar e dormir contigo. Mas não é só o homem que pensa assim, que dispensa mulheres e que pega geral, vocês sabem disso. Quantas garotas não tem seus rolos e dividem o fim de semana entre aceitar ou não sair com o cara que lhe é mais agradável?

O que eu quero dizer é que todo mundo tá na mira dessa visão machista (talvez não só machista, por isso mesmo!). Todo mundo faz igual, todo mundo usa as armas que tem para conseguir alguém. Mas os homens, babacas por natureza, acabam fazendo tudo na caruda e levando o troféu pra casa. Em vez de "comer quieto", contam pra geral, que bota o braço pra cima e diz que fulano tem visão machista por que só usa as garotas.

Não é toda hora que você pega ou transa com alguém super legal, que vale a pena conversar de novo, às vezes é uma bosta e você até se arrepende. Já beijou de novo alguém que você não curtiu? Então, começa a pensar que isso existe quando você transa, bem como a pessoa podem não te curtir, ai quem dança é você.

Acho que muito dessa idéia de que homem é machista vem desse pessoal que transa, mas fica se fazendo de vítima, por que não sabe ser rejeitado e dessa outra parte que não transa e não sabe o que é ter que acordar com algum(a) infeliz do lado.

Confesso que esse assunto me irrita e esse tipo de hipocrisia me irrita o dobro. Mas, na real, eu acho que é bom você analisar as coisas desse jeito, pelo menos uma vez, tentar ver todos os lados. Não me julgo errado por pensar assim, pois sei que minha cabeça é aberta e mutável, acho válido estar aprendendo sempre e,uma vez ou outra, sua idéia e conceitos acabam mudando com tanta informação.

Afinal de contas, pra quem demorou o intervalo todo (20 min) pra dar o primeiro selinho na sua namoradinha da sétima série (14 anos), por que estava morrendo de vergonha, minha cabeça mudou muito e meu modo de agir nem se fala. Não é mesmo?

sábado, 11 de julho de 2009

Sexo sim, mas com quem?


Todo mundo gosta de levar a minazinha que pego pra casa/motel e finalizar a noite com grande estilo. Sexo, sexo, ok, ok. Mas, atire a primeira pedra, aquele que nunca teve que responder a um amigo: "Putaquepariu que merda que eu fiz"?

THATS THE QUESTION!

Hoje em dia, não curto enfiar o meu amigão em qualquer buraco (tá, isso acontece, mas tento evitar). É muito bom e talz, mas não existe coisa melhor do que sexo casual com um toque de carinho.

Não sei se sou só eu que penso isso no mundo. Eu gosto de transar com uma garota que me dê vontade de acordar com ela do lado, mesmo não sendo namorada, mesmo sendo só sexo, mas que eu não queira que se teletransporte pela manhã. Não sei se ficou muito claro e nem muito aceitável, mas é super válido você ter alguêm que faça você pensar assim.

É gostoso ter amizade com uma pessoa legal que, técnicamente, você só transa. Não sou muito bom em ter amizade com mulheres, normalmente fico interessado em pega-las, mas, com esse lance, acabo me tornando amigo da garota de uma maneira diferente. Por mais que pareça loucura, já ajudei a menina a voltar com quem ela gostava e conversar sobre "aquele safado que ela gosta". Sai perdendo sim, mas ela tinha se tornado uma amiga e eu tinha muito carinho por ela (OBS: Pelo menos, quando ela terminar, está garantido o nosso remember ;D).

Uma parte engraçada, é você acabar conhecendo-a demais e, por ela te conhecer e vocês viverem esse "romance bandido", os dois saberem que não existe possibilidade de um relacionamento. Já tives essas conversas - "Poxa, agente se conhece, gosta de sair juntos e talz, mas não tem como namorarmos, isso não dá" - e, por incrível que pareça, tive plena conciência disso, não ficando tão emotivo e saindo ileso (os dois).

Não é tão simples, não dá pra sair pegando garotas e virar amiguinhos de fóda. Já deu merda, do tipo de merda dela gostar de mim e eu ter que cortar tudo pra não machuca-la. Não gosto disso, uma coisa que eu penso é que não vim pro mundo pra magoar ninguêm, tento viver com o máximo de conciência possível. Antes de sair achando que tá comendo a garota, achando que ela está feliz em te dar e sair com você só por que ela te acha bonito, faz uma coisinha: PERGUNTA se ela pensa assim! É muito útil.

Primeiro: se ela der sinais que gosta de você e você ser sincero com isso, que está lá por que ela é legal e pelo sexo (não se fala isso tão assim, mas dê um jeito de deixar claro que o sexo é um motivo) ela pode te achar um cara um pouco mais legal. Tá certo que você mostra que é assumidamente um cafajeste safado, mas muito mais aceitável que outros cafajestes safados que ela deve ter conhecido (é sério, eu acabo vivendo isso).

Segundo: depois do primeiro item, vai que você começa a gostar dela, o amor é cego né? Eu sei que ela vai pensar milhões de bostas, que você não presta, que você é tudo, mas conheço gente que casou com a amante, estão juntos a anos e se amam mais que tudo no mundo.

Posso estar colorindo demais isso e falando muita besteira (pra quem não acredita/gosta), mas eu ando preferindo transar com quem eu gosto de durmir abraçado. Vale muito a pena esse lance e se eu pudesse ter mais disso na minha vida seria muito mais proveitoso.

Enfim. Eu acho que é muito bom você ter seu amor, namorar, coisa e tal. Sempre fui um cara sentimental (me envolvo muito com casos banais), mas coisas assim chegam a alegrar minha semana e preencher muitos vazios que antigos relacionamentos não conseguiram enxergar.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Do you remember the time?

**sei que Michael Jackson já encheu, mas como fã buscarei sempre deixar algo que remeta a ele em meus textos, nesse caso o título(uma música).

Eu estava digitando um texto mais explicativo e tudo mais, mas acabou a força e o texto se foi. Nessa versão irei direto ao ponto colocando em fatos e comentários.

Apesar dessa minha irritação com a Eletropaulo vou contar a prévia da história.

Uma ex minha, de uns dois anos atrás, ficou solteira e voltou a me chamar a atenção. Não era uma EXXXXX, fiquei com ela dois meses e fim, mas uma boa coisa a respeito de remembers é a facilidade em se conseguir um sexo casual.

Após um dia adorável caimos em uma mesa de bar e começamos a falar sobre tudo. Passamos uns papos a limpo e começamos a falar sobre sexo; quantas vezes, do que gosta, arrependimentos e, o tão esperado, sexo casual (essa garota vai me render mais uns três posts, mas hoje falaremos somente sobre o fator "sexo com ela).

Existem pontos positivos e negativos sobre falar de sexo com uma garota que você esteja pegando, vamos aos tópicos:

Ela deu demais - A garota transa mais do que você imagina, já deu pra muito cara. Isso, pode ser machismo, mas broxa qualquer pessoa que, mesmo no sexo casual, curte ser carinhoso (like me). Eu não tenho mais paciência, pra mim vira um barato automático ou, se pá, um arrependimento.

Ela deu de menos - Essa fode tamem. Ou você se torna um pseudo príncipe encantado momentâneo e transa na melhor das oportunidades ou a garota vai virar aquele lanchinho que você sai quando não tem nada pra fazer e está com vontade de uma companhia agradável pra ir ao cinema. Mas, prestem atenção: essas garotas tendem a sumir, pois se apaixonam muito fácil, dão pro desgraçado e nunca mais você vai saber dela (só se o cara for um rude com a garota e magoar seu coração, dai vai de você resolver esse problema no futuro).

Você comeu demais - O problema de perguntar pra quantos ela deu é ter de responder. Eu só falo o número exato pra quem eu não vejo como potêncial namorada, temos que manter a postura. Supondo que a pessoa seja uma garota comum e você conte a verdade (no meu caso 33 delas), prepare-se para o choque. Eu sei que a Pati, do Eu dou para idiotas, fez umas contas e disse que um cara normal come 8 mulheres por ano (devo dizer que acho isso meio absurdo), mas vamos voltar ao assunto. Nem toda a mulher aceita esse fato, vai falar que você é um fanfarrão e seja lá o que mais.

Voltando.

Posso dizer que o bom de falar de sexo com essa garota foi ter conseguido uma informação primordial: ela não é mais adépta do sexo casual, mesmo com gente que ela já transou, tem que rolar umas saídas a mais, uns rolês mais de boa, umas coisas mais bonitinhas. Segundo ela, sexo por sexo, não é legal. Bom, o que eu tenho a dizer? Broxei ;(.

É, não rola cara, sinceramente ela é muito legal, mas não é uma potêncial namorada e nem to afim de muito trabalho pra algo que eu já conheço.

Desculpem mulheres, estou sendo cruel dessa vez. Foi bom sair com ela, conversar e tirar atraso do que agente se quer sabia um do outro, mas terei que sair pela tangente e buscar novos horizontes. Além do mais, devo tentar chegar no nível dos amigos da Pati e alcançar minhas 8 mulheres/ano, pois sou brasileiro, não desisto nunca e não me darei por vencido.

sábado, 27 de junho de 2009

Tá tarde pra carai


Bom, aproveitando que são 5:30 AM e eu to sem o minimo de sono, vamos ver se sai alguma coisa significativa como meu primeiro post nessa joça.

Tentando aliviar o tédio do fim da madrugada, comecei a fuçar em uma pasta de arquivos meus, ok, nenhuma novidade nem surpresa, a não ser pelo número de fotos que eu fui acumulando durante os anos. Fotos minhas? Não. Das minhas bandas preferidas? Também nao, e diga-se de passagem, eu to cagando pra musica ultimamente.

O que acontece é que eu tenho uma mania que muito homem deve ter, a de salvar fotos aleatórias de minas de biquini, decote, roupa apertada, farol aceso ... enfim, qualquer coisa ta valendo, o ideal é que a pessoa em questão seja sua conhecida. Ponto positivo se você tem qualquer tipo de contato com ela e extrapoint se o animal estiver a caminho do abate.

Beleza, até agora eu sou uma pessoa com insônia que se masturba olhando fotos caseiras, na maioria das vezes inocentes, de meninas comuns, mas é ai que vocês (quem??) se enganam, meu amigos imaginários. O garotão aqui não faz isso única e exclusivamente para facilitar o velho 5 contra 1 e deixar essa linda relação que nós 6 temos cair na rotina. Eu tenho metas, sim... METAS, que tornam a vida de quem vos escreve muito mais feliz e divertida.

(mudando para essas metas então)

Não sei quanto a o resto da população mundial, mas, pelo menos até o exato momento, nao existe nada na face da terra que me dê mais ânimo e esperança nessa puta dessa vida quanto um bom e velho sexo casual (ham?!?!). Calma lá, eu sei que é bem melhor quando você tem intimidade com a pessoa e rola um sentimento (ex; namoro), mas temos que concordar que da um puta trabalho e as vezes a questao Custo X Benefício e Encheção de Saco X Prazer nao valem a pena.

Mas eu ia falar sobre metas. Siimmm. Que tipo de pessoa, homem ou mulher, nunca pensou "Nossa! Preciso comer/dar/beijar aquela mina/cara/véia(??), não sussegarei até alcançar meu objetivo!" Poizé, eu sou assim e você tambem deve ser. É um bom exemplo. Agora tente aplicar isso em 60% das pessoas do sexo feminino que você treparia. Claro que deve-se excluir aquelas impossíveis. Ex-namoradas, ex-ficantes e afins também valem, eu digo 60%, por que tem as que você já trepou e/ou já ficou. Some também as que você se relaciona socialmente mas ta tão dificil fazer qualquer coisa que é caso pra desistir, então essa porcentagem é aceitável. Feita a seleção é só trabalhar encima e depois aplicar o bom e velho THIS IS SPARTAAAAAAAAAAA.

Porra, não tem nada melhor do que logar no ORKUT, entrar e olhar para as fotos dos seus amigos e poder dizer: "Comi, feia, comi, homem, comi, comi, parente, ex de amigo/irmão, quase comi".

***Vale lembrar que a QUASE COMI é única e exclusivamente por falta de empenho SEU (o que nao deveria ocorrer)já a FEIA, PARENTE e EX DO AMIGO/IRMAO estão sujeitas a alterações.

Foda,eu sou um lixo de ser humano que se contenta em trepar com meia duzia de pessoas que eu tenho no ORKUT. Hmm... basicamente. Mas eu só estou expressando (meio que exageradamente) como a maioria das pessoas heteros possuidoras de penis que eu conheço pensam, e não adianta falar que não. SE É BOM viver assim, se é só uma fase ou se será algo perpétuo, não da pra se saber...só que por enquanto, meu chapa, ta valendo. ;}

quarta-feira, 24 de junho de 2009

É dos anônimos que elas gostam mais?


A internet facilita o sexo casual. Ponto. Fato dado e comprovado.

Quantos de nós já não saímos e nos divertimos por aí com pessoas que conhecemos pela Internet?
Qual a porcentagem de pessoas com quem você saiu que você conheceu pela Internet? Pois é.

Mas aí tem toda a questão:‘conhecer’. Ninguém espera que vocês tornem-se confidentes inveterados, mas precisa de um mínimo de assunto pra que se chegue ao encontro no seu propriamente empírico, concreto, físico. (É, físico acho que é a melhor palavra neste caso). Nenhuma pessoa muito sã sairá com uma pessoa que só sabe o nome e mais nada para um date. E quando eu digo nenhuma, eu digo especificamente mulheres minimamente racionais, visto que querendo ou não, somos mais vulneráveis de ‘n’ formas, enquanto que homens sei de histórias a beça que me contradiriam, (principalmente casos homossexuais, os quais vocês notarão constantes referências devido a um longo conhecimento do campo enquanto nativa).

Enfim, ta lá, o carinha que te adicionou ou que você mesma adicionou na Internet, a maioria das vezes não tão desconhecido assim, os mesmos rolês, uns amigos em comum...e ‘bora pro MSN pra ver se valhe a pena ou não. Bonitão, charmoso, alguém de valore$ (e não adianta falar que isso não influencia em nada porque o Score aumenta pelo menos um pouco sim)... mas é ESSENCIAL que o cara tenha bom de papo! E VOCÊ TAMBÉM!

Se ocorre essa reciprocidade, opa, beleza! Adicionou no MSN a tarde, teve uma conversa agradável, rolês pretendidos para a mesma noite coincidiram, uma ligação, se encontram, ao vivo a conversa se torna mais agradável ainda, pronto...taí, passaram a noite juntos! É, acontece. Mas sem não uma série de ressalvas do tipo: amigo do seu amigo, chega aos seus ouvidos que o carinha ligou para seu amigo para pedir recomendações suas e saber se estava ou não saindo com uma louca que saia com qualquer um que a adicionava na Internet! E foi bom? Foi! Algumas repetições, cada um no seu canto, são super simpáticos e agradáveis um com o outro quando se vêem por ai, conversam bastante ainda, mas geralmente a impossibilidade de ficarem juntos (vide: alguém geralmente está acompanhado já!), impede que os fatos se consumam novamente. Quem sabe na próxima....afinal, nos conhecemos aquele dia, nos conhecemos até hoje, e continuamos nos conhecendo!

Também tem aquele que você conheceu por acaso, que adicionou sua amiga na Internet, e tinha certas intenções com ela que não se consumaram devido ao comprometimento desta com outra pessoa. Aí você se veem numa noite numa baladinha, se falaram, vão num barzinho juntos com sua amiga, mas mal se falam porque mesmo sua amiga estando comprometida e não tendo intenções a curto prazo com o carinha, você não quer furar o olho dela... até que encontra ele mais uma vez numa baladinha, rola uma certa interação diferenciada e você pensa: sua amiga gostaria que você a substituísse e não perdesse a oportunidade que ela estava se remoendo por não aproveitar em virtude de não pular a cerca. “Se não foi comigo, pelo menos foi com você”, Então vamos lá cumprir nosso papel de boa amiga! A bebida sempre ajuda, é claro, e quando você vê, o que você planejou não ser nada demais, DE VERDADE, e pediu inocentemente para que o carinha te acompanhasse até o metrô para que não fosse embora sozinha, já que seus amigos já tinham cada um tomado seu rumo, acabou se transformando num: ‘moro sozinho em Higienópolis e to me mudando do país daqui a 4 dias’, você se vê obrigada a acelerar os processos que geralmente ocorreriam com mais calma. Você conhece direito o carinha? Não! Vocês conversaram pouco, não tem muito assunto, inclusive este pouco às vezes acabava caindo na amiga, mas as pressões externas acabam por fazer as coisas acontecerem do jeito que aconteceram. E foi bom? Foi! Mas depois disso o cara se foi, tentou forçar uma certa conversa, mas não adiantava...tinhamos pulado uma série de barreiras e apesar de termos tido certas intimidades, não éramos íntimos! E não adianta agora ele falar com você toda vez que vem para o Brasil. Foi bom, talvez seja de novo, mas e até chegar a ser bom, teremos que fingir que nos conhecemos, o que é uma situação chata!

E tem aquele que vocês se encontraram na Internet, rolou muito papo no começo, mas simplesmente não tem mais assunto. Vocês se encontram na fila da balada um dia por acaso, mas ele acaba não entrando. Conclusão: no conversas ao vivo também! Outro dia, se esbarram dentro da balada. Os dois uma para o outro: “já já nos falamos”, ninguém mais se vê, e outra vez, sem conversas. Aí o carinha vem tentar conversar com você na Internet de novo, mas apesar de realmente parecer uma pessoa interessante, ele só sabe falar coisas do tipo: “você estava muito gata aquele dia, quero te encontrar de novo e aí você não me escapa”, “quando vou te pegar, heim linda?” ... ¬¬
Sabe, por mais que a mulher também queira isso, você não precisa ser tão explicito que ambos só estão atrás de uma coisa casual. Há maneiras mais sutis de ser direto, e se vocês não se conhecem e os únicos assuntos que ele tem com você são esses que ressaltam que vocês não se conhecem mesmo e não tem mais nada pra falar, sorry baby, mas a não ser que surjam circunstâncias do tipo: to loca na balada, sozinha e carente...a garota não vai marcar de sair com você, ela não vai querer ir pra casa de um cara que ela mal sabe quem é! E rolou aquela preguiça de conhecer o cara, você pensa: poxa, que desperdício, gato, interessante, bem de vida... mas não conheço direito, deixa mais pra frente, quem sabe um dia que esteja mais disposta... Conclusão: Penca mal resolvida! O carinha atrás de você, mas você perde o interesse (pelo menos momentaneamente).

E foi bom? Não, só perdeu tempo, cansou e ficou com preguiça de conhecer outros que poderia ter conhecido enquanto desprendia tempo com esse.