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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Loveless Drop

Não posso te ver.

Eu tenho meus limites. Aprendi a conviver com o fim, ignorando completamente. A ausência do contato é algo essencial. Seja ele casual (numa balada) ou visual (em fotos e atualizações).

Eu tentei voltar.

De uma maneira sutil, deu pra entender. Sutil por que, eu sei lá, ninguém merecia passar por nada. Não mais.

Distância.

É só pra evitar sofrimento. O meu. Não quero ter que pensar nas coisas, ainda mais se elas tiverem algo de você envolvido, longe. Não tem jeito.

Infantil.

Eu sei.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

The Currents of Space


A anos tenho um pensamento cruel: "Vingança".

Pensava isso dentro de um relacionamento, após uma briga, vontade de marcar a vida daquela pessoa da pior maneira possível. Guardava isso por conta do que é o meu pai, um homem amável e carinhoso, protetor e amigo, mas que não deixava nada barato, ainda mais se tocasse seu peito.

A grande questão é que, inevitavelmente, sou filho legítimo de minha mãe, a qual não falta amabilidade. Podem explodir o mundo no seu peito, o que sempre valeu a pena pra ela é o que vale a pena e ponto. Difícil alguem de fora dar valor a isso, mas é impossível não se aconchegar em seus pensamentos.

A raiva, que pra mim se confunde com a angústia, me faz esquecer. Nunca me fez ponderar, me fez simplesmente apagar o que me causava desconforto. Acontece que o tempo passa.

Por vezes vi tudo isso acontecer, ambos com ciclos variáveis de retorno, mas todos com o mesmo resultado: "Agora está tudo bem".

Casos são casos. A indiferença é mínima, se comparada ao que passou. Olho pra traz, "Ok", já não tira meu sono. Não penso mais como antes, não quero "destruir" mais nada, quero é abraçar meu sorriso e fim, continuar.

Hoje foi um caso, nada. Da parte de mim que cabe ao meu pai somente um "Muito bem... obrigado" e de minha mãe um "Que bom que tudo está bem". Não imaginava que seria desse modo.

No fim acabei sorrindo. É bom entender que será sempre o tempo o melhor remédio pros meus problemas do passado.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Amor, paz e tempos de guerra


Muitas vezes queria eu não ter total idéia das coisas que faço e não me importar com muito do que acontece. Deixar que "detalhes" passem despercebidos e relacionamentos se tornem relacionamentos cada vez mais complexos.

Esse ano, até o momento, fui posto a prova 2 vezes nessas "armadilhas" do destino, sendo tanto a vítima quanto o algoz. Impressionantemente fui posto em opostos de modo a ter que "decidir" o que fazer, ambas das situações pendentes para "o meu bem", mas com resultados completamente inversos.

No primeiro caso, de um envolvimento padrão e sem muita perspectiva surge aquele anseio por realidade. Após uma cutucada relativa a um acontecimento isolado eu não pude me deter e pensar "Ok, eu posso me foder nessa". Uma simples conversa revela a realidade "Eu não quero nada sério agora", o que faz com que eu imediatamente pense em me ejetar de qualquer perspectiva, doa o que doer.

Não foi destrutivo, foi precaução, não podia continuar com alguem que não me tinha com os mesmos olhos (bom, era o que eu achava), isso, aliás, é algo que eu mesmo me proíbo e o que nos leva tambem ao segundo acontecimento.

Sem querer, algo acontece e pronto, dois caminhos se cruzam em mais uma noite paulista. Anos de conhecimento, passado e presente escritos com linhas tortas de ambos dos lados, mas nunca que imaginaria escritos na mesma linha.

Nesse caso, pela desgraça do mesmo destino os sentimentos não foram reciprocos, dessa vez de minha parte. Isso, como eu disse, me incomodava e me deixava cada vez mais preocupado, de forma egoísta, mas preocupado.

As ações de um homem muitas vezes são mais fáceis de serem promovidas, um simples desejo motiva um encontro, mas o resultado do outro lado pode ser maior e essa história de reciprocidade pode se tornar mais preocupante.

Pela primeira vez via que alguem sentia algo muito grande por mim, não somente pelas atitudes, mas, como me apego muito a isso, conseguia sentir isso com todos os meus sentidos em todas as situações, principalmente na intimidade.

Mesmo assim, terminei.

Quando o fim te remete a dor você é digno do ódio, frustração e coisas do tipo. Mas o carinho é o mínimo que esperamos de um relacionamento findado sem guerras nucleares. Mas é triste conhecer alguem tão logo o fim e de maneira lastimável.

A raiva, frustração ou alto índice de infantilidade regridem a cabeça de uma mulher ao status quo de um animal áspero e doentio. Não somente a mulher, o homem comete o mesmo erro, mas sou homem e estou me referindo a uma mulher agora(ok?).

Atitudes destrutivas demonstram a real personalidade de uma pessoa, mostrando-a deturpada. Acontecimentos sem precedentes ocorrem e você percebe que o melhor foi ter errado por antecipação do que se tornar um alvo e ser acertado por uma bomba de esterco.

Querendo ou não, guardo uma raiva pelos fatos, mas uma certa tristeza pela realidade. Muitas vezes são cotidianos idiotas e infindáveis que acabam com pessoas potencialmente dignas de um "eu te amo".

Creio que seja bom passar por isso, saber que o tempo não é patrono da mudança e sim potencial atenuador de problemas. Querer ajudar jamais vai ser o problema, mas deve ter em mente que "o beijo amigo é a vespera do escarro" e de nada pode valer a pena diante de uma tão grande chaga.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Trocando minha insegurança pela sua


Acho que vou mudar esse blog pra "Comofas? e Fikdik em: E foi bom?", já que mais ninguém escreve aqui (chega d lástima). Enfim.

Deu pra perceber que a maioria das coisas que eu escrevo surgem à partir de conversas com algumas garotas/amigas/peguétes. Eu, particularmente, adoro conversar com mulheres sobre suas vidas amorosas e seus anseios sentimentais, é legal saber que ela confia em conversar com você sobre isso, ou simplesmente não dá a mínima (existem casos).

Em uma conversa que começou em uma saída amigável (sai com ela, mas sem fins lucrativos) surgiu o assunto "Ex" e os problemas que envolvem essa entidade quase que demoníaca (para uns) e insignificante (para outros).

O fim ocorreu, mas os remembers e conversas sem nexo se tornaram inevitáveis. Claro que a culpa disso é dela (no caso) de sempre "trombar" com o individuo, de ver o que acontece, de ir até a casa dele e de mexer naquela máquina destruidora de relacionamentos: o orkut.

Sabe como é, não? Não culpo só as garotas, os homens fazem isso. O que quero deixar claro é que fazer isso é a mesma coisa que pular em cama de prego, andar em brasa quente e amar sua sogra: você sabe que tá fazendo merda, mas vai que vai. O problema não está em ver que a vida dele segue, é ela não estar preparada pra isso. Ai vai lá e sofre, chora e tudo mais.

Sabendo qual é o background da situação vocês vão poder entender aonde quero chegar.

Ao conversar sobre o que fazer ela me veio com uma questão que, pra mim, se tornou um revelação muito clara. Ela disse "Como faço pra sair dessa por cima?". A meus amigos, todos querem, não é mesmo?

Como, uma pessoa que corre atrás da outra e se mostra tão submissa a tristeza pode, de uma hora pra outra, deixar claro que a existência do cara não lhe importa mais?

Na minha cabeça esse é o típico caso em que ela liga mais para o que ele vai sentir (tipo "ela não liga mais pra mim? IMPOSSIBLE" ou "oh deus, ela sumiu, será que eu perdi ela de vez?") do que no fato de esquece-lo. Uma vingança, meio que disfarçada, mas algo que faça ele sentir parte do que ela sentiu.

Gente do céu, será que um pouco de maturidade e auto confiança não seriam um pouco mais aceitáveis? Eu sei, mais do que ninguém, que esquecer é um desafio, uma prova muito difícil e muitas vezes deixa marcas, mas botar como objetivo "ser melhor que ele" não vai fazer você esquece-lo e nem ele te amar do nada (calma, eu sei que isso existe, mas estou querendo lidar com a situação).

Quando você tenta esquecer alguém, a primeira coisa que deve-se fazer é aceitar, passar por cima e entender que tudo tem seu fim. Pare pra pensar, você não merece sofrer e pensar assim chega a ser até mais justo consigo mesmo. Ele não te ama, adeus. Pense em ser feliz.

Esse tipo de coisa me deixa triste (se não revoltado), pois é isso que faz as pessoas deixarem de aceitar gostar das outras, o desejo de nunca voltar a se sentir inferior, de se vingar, de sair por cima. A sua insegurança é passada a frente e busca sempre passar por cima da insegurança do outro.

Auto estima não é só se sentir melhor que o outro, é saber lidar com seus limites e fantasmas de maneira segura e respeitando o que você sente. Eu não me deixo de jogar em relacionamentos, claro que não sou perfeito, mas aprendi bem a lidar com o que eu sinto (mesmo sendo tão sentimental). É muito bom aprender mais de si mesmo e mais com outras situações ou pessoas.

Quando você busca ser melhor que ele, acredito estar apenas querendo provar seu poder sobre o que ele exerceu sobre você, passar por cima do amor e do sentimento, querendo uma prova física de que ele te deseja e ter certeza de que vai sentir sua falta (mesmo não sentindo mais, tornando sua lamúria ainda mais triste).

O melhor é analizar O QUE VOCÊ vai sentir e COMO sentir. Qual sua força pra lidar com isso e quão gradativamente você pretende melhorar e esquece-lo. Tendo em mente que essa conquista é sua, sendo motivo de orgulho seu e de mais ninguém.


Não é pra sofrer calada, mas se estabilizar de maneira conciente. A idéia é construir um alicerce que crie sustento, nao uma alternativa que sirva apenas para o momento. Pense.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Amizade com ex?


Hoje sai com a minha amiga e ex-namorada.

Minha ex entre termos (como todos meus/minhas ex). Não sei exatamente se de ficadas constantes e esparsas por mais de um ano, no qual nos compartilhávamos com outras pessoas conscientemente (mesmo que tenha tido como ápice um namoro de 1 dia, no qual ela, após me jurar fidelidade, se pegou loucamente com outra garota na minha frente), contam exatamente como um relacionamento sério.


Somando-se isso ao fato da não existência de sexo. O triste motivo, nem nós sabemos direito. Uma falta de local apropriado (não que isso seja exatamente um empecilho!), impossibilidade de uma das duas (infelizmente mulheres não estão sempre aptas!), uma briguinha besta que fez deixar a outra na mão (literalmente!), ou, até mesmo, o fato de uma largar a outra por uma terceira pessoa (cruelmente!).

Mas este é apenas mais um dos muitos relacionamentos bizarros que já tive e que sei que terei pela frente (e que, ao que me parece, são os únicos que sou capaz de manter). E sim, o considero um relacionamento, porque houve muito sentimento. Ainda há. E isso me faz ver que acredito sim que possa haver amizade pos-término de relacionamento.

Nesta simples mesa de bar de hoje, em meio a um dia qualquer da semana, sem nenhum encontro especial marcado, sentamos só as 2, como a tempos não fazíamos, pra beber, conversar e matar as saudades como boas amigas, já que não nos víamos a um certo tempo. E nestas horas, falamos sobre tudo. Inclusive sobre nós.

E é estranho como podemos falar declaradamente sobre o ciúmes que ainda sentimos (e como) uma da outra quando nos vemos acompanhadas de outras mulheres, sem contudo, deixar de aceitar e levar numa boa esse fato, desejando, sinceramente, que a outra esteja feliz ao lado de quem estiver. Mesmo com recaídas, do tipo ligações, no meio da madrugada, chorando desesperadamente ao pedir que eu largasse a outra e que ficasse com ela que era a verdadeira mulher da minha vida (!), pudemos suportar já muita coisa que machucou seriamente as duas e continuarmos, acima de tudo, amigas.

Compartilhamos, inclusive, a mesma cama diversas vezes após o término do “relacionamento”, dormimos abraçadas... mas vi que a amizade era tão importante que nos fez pararmos em uma das nossas muitas tentativas de sexo, temendo estragar tudo que andava tão bem por estar esquecido e abafado lá no fundo, em troca de um remember dos tempos perturbados (e como!) que ficamos juntas.

E eu tenho certeza que não foi apenas uma paixãozinha fácil de ser superada. Foi a primeira garota com quem eu fiquei, e isso complica ainda mais, coisa do tipo “meu primeiro amor” feminino. Eu lembro o que senti e o quanto a quis. E isso é bem difícil para mim admitir, dificilmente me deixo realmente gostar de alguém. Mas quando gosto, me jogo mesmo. E como geralmente não é recíproco, não tem ninguém lá pra me segurar e eu acabo levando um belo tombo. E assim foi mais uma vez. Primeiro cai eu, depois a situação se inverteu e ela caiu, e depois ainda caímos juntas. Mas não dava, não rolava, não funcionávamos juntas. Decidimos então ficarmos de pé, sem ninguém se jogar em lugar nenhum, e separadas.

Mas eu a amei. E passou. Ela me amou também, e também passou. Passou, sem precisarmos fugir, nos distanciar, fingir que não nos viamos. Continuamos saindo juntas com nossos amigos, ficamos lado a lado, vimos uma a outra se agarrando com outras pessoas e agarramos juntas as mesmas pessoas às vezes, compartilhamos experiências de sexo que tivemos com outros, dividíamos segredos amorosos... Foi um tratamento de choque, de certa forma, para que o sentimento que tínhamos deixasse de existir, meio masoquista até, mas enchemo-nos uma da outra até nos enjoarmos enquanto amantes. Mas esse tipo amor passou, tornou-se uma coisa extremamente platônica. Não nos tocamos mais, nada de contato físico (quase sempre conseguimos, admito que há algumas recaídas em conseqüência principalmente do álcool), mas eu tenho certeza que nos amamos ainda, mas um amor diferente

E foi bom? Foi! Não me arrependo de nada (exceto, talvez, de não termos nos amado "concretamente" como nos amávamos sentimentamente). A amizade que temos hoje é uma coisa bem diferente das que já tive, é especial e única, e não quero a perder por nada. Provavelmente, ganhei muito mais com ela como amiga do que se fossemos qualquer outra coisa. Realmente, não há sexo, há só conversas. Mas se quer saber, apesar de nunca termos chegado aos finalmentes, foi muito bom, porque apesar de tudo, poucas vezes já me fizeram sentir tanto prazer como só um beijo dela já fez.

(e meninos, desculpem me pelo primeiro post que não exala testosterona)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Prenez soin de vouz


Sempre discutida, sempre defendida, sempre criticada, a poligamia é um tópico presente quando a pauta é relacionamento. Ainda mais quando o assunto sai do microcosmos da nossa vida pessoal e se torna algo público, tal como fez a artista francesa Sophie Calle.

Curiosamente, no dia seguinte a uma conversa sobre a questão da fidelidade com um dos membros deste blog, parei para ler na Bravo! deste mês sobre a exposição que esta artista está realizando no Sesc Pompéia, onde a mesma traz uma instalação em que 104 mulheres, 2 marionetes e 1 cacatua (!) dão suas interpretações sobre uma carta de rompimento enviada a Sophie por seu ex.

A carta contém uma bela melação com frases típicas de fins de namoro pacíficos, exaltando sentimentos sinceros e coisas do tipo - “nunca vou te esquecer” “sempre vou te amar” - , mas realmente bem redigida, provavelmente, pelo fato do ex da artista ser um escritor, de uma forma que faz você realmente esquecer que TODO MUNDO fala isso, sinceramente ou não. E o motivo de tal rompimento: ele não conseguia manter-se fiel a ela.

Encaremos a realidade: é difícil. Sempre tem uma cobra por aí se oferecendo muito mais que uma maçã pra seu parceiro... é tentador! E ele ou ela, muitas às vezes acabam comendo! E, venhamos e convenhamos, por mais que queiramos nos colocar como pessoas de cabeça aberta, pós-modernas e os caralho a quatro, ninguém, pelo menos aqui no Ocidente (criados sob as regras sociais da monogamia e os tabus que isto envolve), realmente GOSTA de ver a pessoa com quem você está junto à outra, a menos que você também esteja também participando da coisa. (Aliás, na real, sempre têm os que gostam... mas de qualquer forma, são uma minoria pouco expressiva socialmente, portanto, apesar de estarmos em um país democrático e de representação popular proporcional, para fins de facilitar nossa análise, estes serão educadamente ignorados)

E foda-se qual seja o motivo exato para isso. Somos sim individualistas e possesivos, nos achamos únicos e que por isso as pessoas também devem achar isso. Mas as coisas não são sempre assim. Mesmo que você não tenha planos a longo prazo, você gosta de saber que aquela pessoa te escolheu por ver algo diferente em você, seja sua personalidade, por você ser uma pessoa legal, ter bom humor, bom gosto, por ter um corpinho legal ou muito dinheiro. Ninguém quer ser só um número, o famigerado “mais um”.

Mas o fato é que as pessoas traem. Nem todas, nem sempre. Sem generalizações. Mas um contingente realmente grande delas o fazem. E saber fazer a coisa bem feita, sem deixar suspeitas, é uma arte para poucos. Já diria uma amiga minha: “quando você mente, você tem que acreditar na mentira”. E pela quantidade de vezes que ela o faz e é bem sucedida, realmente vejo que é uma tática com resultados práticos admiráveis. Ela, por exemplo, certa vez, conseguiu encontrar-se com o ex, o atual (hoje ex) e o futuro (hoje atual) em um mesmo dia! Mas nenhum se quer desconfiou e todos saíram felizes e com a garota (e ela mais ainda, com os 3!).

E até aí, na verdade, pouca diferença fez para o(s) parceiro(s) traído(s) este fato, devido a variável que tem um graaande peso: o conhecimento. Enquanto a pessoa traída não sabe, parece estar tudo ótimo! Caso contrário... é! E aí na real existe toda aquela série de tipologias, de tipos diferentes de cornos, dependendo da atitude dele quando sabe, mas o fato é que a pessoa fica mal! E não é bom. E sem mais delongas a respeito das conseqüências que podem advir disso, pois acho que todos temos uma idéia...

Mas e se a pessoa não sabe? A vida pode continuar normalmente! (mesmo que no fundo a pessoa esteja sendo feita de palhaça, e aí cabe a você ver se considera isso uma falta de respeito ou não.)

Grégoire Bouillier, o ex de Sophie, declarou que a monogamia virou um peso no seu namoro justamente por ela insistir tanto nisso. Para ele, “Fidelidade é algo que oferecemos de livre e espontânea vontade. Não convém encherga-la como uma obrigação”. Ele deixou claro, para ela, que deixou de ver as ‘outras’ enquanto estavam juntos e que tentou encontrar uma forma de transformar-la em mais uma delas. Mas ele não conseguiu, estava infeliz! Ele gostava de outras mulheres e, por isso, não podia estar sobre essa condição que ela impôs.

Como me disse certa vez o Comofas?, “Quantos casais que se traem e estão vivendo o auge do relacionamento, enquanto há casais ‘perfeitos’ que são infelizes?”. E é verdade. Na real, a ignorância muitas vezes é uma benção. O importante é que o relacionamento esteja fazendo ambos felizes. Se para isso é necessário que outras pessoas estejam como coadjuvantes na relação dos protagonistas e também seja necessário algumas mentiras sinceras, talvez valha a pena usá-las então. Talvez elas realmente nos interessem. E este é um modo muito conveniente de se pensar, porque deixa uma margem enorme para você fazer muita coisa! Mas faça a merda direito, então! Repito: A ignorância é uma benção. Então não deixe que a outra pessoa descubra e sinta se uma bosta por tudo isso.

Na verdade, não sei se concordo muito com isso! Teoricamente acho tudo muito lindo, sou uma pessoa com horizontes bem amplos. Mas colocando-se na situação...sei que mesmo com aquela pessoa que você não tem nenhum envolvimento mais profundo, é realmente bem chato quando você sabe que ela esta com outra. E tudo se complica mais se mexermos com sentimentos. Então, na verdade, eu não faço a mínima idéia do modo como eu concluo tudo isso. Se vai ser bom ou não o relacionamento, é uma coisa muito difícil de se dizer. O fato é que se você é do tipo que não consegue contentar-se com uma pessoa só, isso só vai dificultar um pouco as coisas. Vai dar mais trabalho e, das duas uma: pode ser bom ou pode ser péssimo.

É assim que vivemos... se o amor é um jogo, tentemos não perde-lo.

OBS:
Comofas? diz:
oq q quer dizer o título?
Fikdik diz:
cuide-se
Comofas? diz:
TUDO ISSO eh Cuide-se?
Fikdik diz:
é! ashuhsauhsasa frances é uma lingua complicada

terça-feira, 7 de julho de 2009

Elas não ligam mais pra nós


Já que eu sou o único verdadeiramente afim de postar nesse blog lá vou eu. Aliás, se vocês não perceberam, esse é um blog colaborativo que conta com 5 pessoas postando: Comofas?(eu), Fikdik (uma garota), Epic Fail Guy, Namaldade e Todibrinks. Na real esses nomes são ridículos, mas servem pra dizer um pouco de como posta cada um e esconder nossa cara do mundo (até que descubram quem somos).

Enfim.

Esse post surgiu ao ler um texto relacionado a relacionamento (ho-ho) de um Blog muito legal, chamado The Amazing Adventures of Punny Parker. Pra quem não conhece o cara do blog desenha tiras de um pseudo Peter Parker ainda criança, sem poderes e inimigos (com super poderes, claro), mas com todas as referências NERDIASTICAS que alguém poderia ter. Mas chega de jaba, visitem o blog e boa leitura, é foda manter o texto falando sobre Marvel e coisas do tipo. Vamos, vamos!


Então. No texto (que não tem nada a ver com o blog, por isso que achei legal), ele desabafa algo que acho muito justo pensarmos quando uma situação de risco acontece: ao perder a garota e sentir saudade, saber o que é bom pra ela e pra você.

Ninguém é obrigado a deixar de gostar de alguém de um dia pro outro, bem como não somos obrigados a aceitar uma pessoa de volta. O problema acaba ficando nesse buraquinho entre os dois casos: como aceitar que a outra pessoa não te quer e sair dessa merda numa boa?

Não dá!

Agente cresce e passa a entender que não da pra se entender 100%. Não adivinhar de quem vamos gostar é um fato, agora, lidar com pessoas que podemos gostar sem querer é uma verdadeira desgraça.

Para ficar mais claro. Assim como ele eu gostava muito da minha ex e a vida era perfeita, até o fim do relacionamento e eu simplesmente deixar de gostar dela de um dia para o outro, não sentir mais falta e fim. Aconteceu que o sentimento acabou voltando e a vontade de ficar com ela também. Fiz o que pude, até perceber que ela não queria mais nada mesmo e que eu, por mais que ela não quisesse, ainda queria ela um dia.

Após passar por alguns relacionamentos e conversar com pessoas a gente passa a entender melhor as coisas e a ter uma idéia: o que você sente tem muito valor e meio que se foda que a outra pessoa não goste de você, é legal você sentir algo por alguém (sabendo lidar com isso de uma maneira saudável) e você não deve desistir de gostar das pessoas por conta disso.

Bem, tá meio emo, mas o final é mais de machinho.

A questão final dessa história é que aprender a lidar com o que você pode sentir requer força de vontade e até certo ponto de frieza. Olhar pra si, não deixar se tornar palhaço de ninguém e não deixar se abalar por se sentir sozinho. Todos temos algum amigo, irmão, mãe ou algum parente que escuta e nos apóia, basta você deixar de ser vacilão e prestar atenção nisso.

É sempre bom gostar de alguém e se você é capaz de gostar de muitas pessoas ao mesmo tempo, também é muito bom. Aprenda a lidar com tudo e experimente ao máximo, às vezes uma maçã que parece podre pode trazer o gosto mais doce :).

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Do you remember the time?

**sei que Michael Jackson já encheu, mas como fã buscarei sempre deixar algo que remeta a ele em meus textos, nesse caso o título(uma música).

Eu estava digitando um texto mais explicativo e tudo mais, mas acabou a força e o texto se foi. Nessa versão irei direto ao ponto colocando em fatos e comentários.

Apesar dessa minha irritação com a Eletropaulo vou contar a prévia da história.

Uma ex minha, de uns dois anos atrás, ficou solteira e voltou a me chamar a atenção. Não era uma EXXXXX, fiquei com ela dois meses e fim, mas uma boa coisa a respeito de remembers é a facilidade em se conseguir um sexo casual.

Após um dia adorável caimos em uma mesa de bar e começamos a falar sobre tudo. Passamos uns papos a limpo e começamos a falar sobre sexo; quantas vezes, do que gosta, arrependimentos e, o tão esperado, sexo casual (essa garota vai me render mais uns três posts, mas hoje falaremos somente sobre o fator "sexo com ela).

Existem pontos positivos e negativos sobre falar de sexo com uma garota que você esteja pegando, vamos aos tópicos:

Ela deu demais - A garota transa mais do que você imagina, já deu pra muito cara. Isso, pode ser machismo, mas broxa qualquer pessoa que, mesmo no sexo casual, curte ser carinhoso (like me). Eu não tenho mais paciência, pra mim vira um barato automático ou, se pá, um arrependimento.

Ela deu de menos - Essa fode tamem. Ou você se torna um pseudo príncipe encantado momentâneo e transa na melhor das oportunidades ou a garota vai virar aquele lanchinho que você sai quando não tem nada pra fazer e está com vontade de uma companhia agradável pra ir ao cinema. Mas, prestem atenção: essas garotas tendem a sumir, pois se apaixonam muito fácil, dão pro desgraçado e nunca mais você vai saber dela (só se o cara for um rude com a garota e magoar seu coração, dai vai de você resolver esse problema no futuro).

Você comeu demais - O problema de perguntar pra quantos ela deu é ter de responder. Eu só falo o número exato pra quem eu não vejo como potêncial namorada, temos que manter a postura. Supondo que a pessoa seja uma garota comum e você conte a verdade (no meu caso 33 delas), prepare-se para o choque. Eu sei que a Pati, do Eu dou para idiotas, fez umas contas e disse que um cara normal come 8 mulheres por ano (devo dizer que acho isso meio absurdo), mas vamos voltar ao assunto. Nem toda a mulher aceita esse fato, vai falar que você é um fanfarrão e seja lá o que mais.

Voltando.

Posso dizer que o bom de falar de sexo com essa garota foi ter conseguido uma informação primordial: ela não é mais adépta do sexo casual, mesmo com gente que ela já transou, tem que rolar umas saídas a mais, uns rolês mais de boa, umas coisas mais bonitinhas. Segundo ela, sexo por sexo, não é legal. Bom, o que eu tenho a dizer? Broxei ;(.

É, não rola cara, sinceramente ela é muito legal, mas não é uma potêncial namorada e nem to afim de muito trabalho pra algo que eu já conheço.

Desculpem mulheres, estou sendo cruel dessa vez. Foi bom sair com ela, conversar e tirar atraso do que agente se quer sabia um do outro, mas terei que sair pela tangente e buscar novos horizontes. Além do mais, devo tentar chegar no nível dos amigos da Pati e alcançar minhas 8 mulheres/ano, pois sou brasileiro, não desisto nunca e não me darei por vencido.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

DESABAFO: Mulher de amigo seu é...


Caralho.

São 7 horas da manhã é uma segunda feira linda de meu deus. Domingão de noite termino com um rolê FERVENDO DE MULHER, que eu, malandro que sou, deixei passar por ser ruim de papo. O post não será sobre essas lindas mulheres (talvez mais tarde), o post de hoje trata de um assunto MUITO DELICADO, chamado: ex-namorada (em itálico, por que nos meus posts será tratada como um termo quase ciêntifico).

"Porra, é um blog de emo agora?"

NÃO NÃO queridos leitores, vou falar um pouco sobre uma revolta que me queima, que me deixa FUDIDO.

Sou um homem e ,como todo bom homem, conheço muito bem os tipos da minha espécie: suas ambições (sexo), seus desejos (sexo com duas mulheres) e suas perdições (sexo com a ex/mulher do amigo). Sabendo de tudo isso, sei identificar os tipos de aproximação e as maldades que nós sabemos que cometemos: dar de joão sem braço, conversar, virar amiguinho e etc.

Agora irei situar vocês na história (de maneira rápida e gentil).

Conheci. Namoramos. Sai com ela e meus amigos. Brigamos. Terminamos³. Voltamos³. E fim. (lindo não?)

NESSE FINAL DE CASO, recebi denúncias de que um amigo de longa data virou amiguinho da minha ex (¬¬) e andavam conversando nos chats dessa vida. NÃO SOU O EX NAMORADO CHATO QUE PESA NA EX (que isso fique bem claro), mas JAMAIS E EM TEMPO ALGUM ficaria de TITITI com ex mulher de amigo meu (quero que releiam as letras em bold que destacam o LONGA DATA), ainda mais uma garota que eu sei que ele gostava muito (sim,*sentimental mod on* eu era apaixonado por ela e ainda hoje tenho muito carinho *sentimental mod off*). Então, queridos amigos, o que vocês pensariam de um amigão desses?

TEMPO!

Continuando.

Vocês devem estar me achando um otário e talz, mas sabem aquela única garota que, até o momento na sua vida, você colocaria a mão no fogo por acreditar? Bom, prazer, eu conheci uma dessas. Fiquei chateado e conversei com os dois pois, apesar da vida dela não fazer mais parte da minha, senti uma ligeira (eu sou muito otário bonzinho) falta de respeito do meu grande amigo. Vergonhas a parte, terminou tudo em um simples caso de amizade que eu, friamente, acredito (por conta dela, pois como eu disse, os truques e macetes de homem eu conheço).

Não me importo dele conversando com ela ou vice e versa, a vida é dela, mas como amigo acho SIM falta de respeito (que me atire a primeira pedra, e apresente sua ex namorada pra mim, o cara que adora ver ex-mina na mão de amigo) e, como está explícito no ínicio do post, fiquei PUTO.

"Puto? Comofas?"

Sim, sim, mas advinhem por que? REINCIDÊNCIA MEUS CHAPAS, REINCIDÊNCIA. Não me basta o babaca conversar com esse puta amigão e crer (por também conhecer o cara e saber que ele nunca foi disso, pois sempre foi muito sonso) no que ele dizia, tive que testemunhar os papinhos do campeão em meio a essas comunidades maneiras on line. PRONTO. Pau no meu cu, foda-se que ele sabe que eu fiquei chateado, não é? Respeito meus camaradas, respeitos com os amigos.

Me resta conversar com minha ex por isso e pedir que seja mais de boa, que me respeite tambem (eu me sinto um babaca), pois eu não ficaria de papo com as amiguinhas dela. E o que eu faço com um cara desses? Passo a ignorar esse campeão da minha vida, orkut, msn, twitter, fotolog, e-mail, lista vip de balada, aniversário e existência. Convenhamos, eu deveria comer a ex/mina dele, não é?

Não me sinto o melhor dos homens por ter sentimentos por ela, pelo conjunto da obra e por saber que já não existe mais nada entre nós. Foi bom o que vivemos, foi sensacional. Sou um cara meio intenso e quando gosto é foda, mas não é nada bom ficar carregando sentimento por toda vida, mas na situação que me encontro devo deixar o tempo passar.

Já meu grande amigo, deixo que uma sábia letra de rap resolva o caso e finalize com o que penso de verdade:

"muito perto, traíra diz que é amigo e é o inverso, eu enxergo, mais um filho da puta no universo, sincero? sinceridade assim, nego eu num quero, diz que é meu irmão me apunhala quando menos espero..."