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sexta-feira, 16 de março de 2012

Vem cá

Parei pra escutar um música. Meu Deus, como aquilo bateu. To tentando escrever ouvindo ela no loop infinito. Pra mim, um loop de lembranças.

Não to velho. Tenho 24 anos, mas parece que aquelas roles dos 20 nunca mais vão voltar. Parece que aquelas pessoas que eu conheci nessa idade não voltam mais. Umas realmente jamais voltarão. Outras eu não quero ver, confesso.

"Vem cá, eu tava muito tempo sem te ver
Vai entender o motivo de eu dizer
Que a rua é nóis, porque hoje a cama é nóis
A sala é nóis, banheiro é nóis, cozinha é nóis
Vem..
Tava muito tempo sem te ver.. "


Como isso me faz relembrar as coisas. Meu jeito é foda, confesso. Ta difícil lidar com ele. Me pego nuns conflitos que ainda me fazem balançar na realidade. Gosto de brincar com a palavra "amor". "Tudo pode ter amor". Eu sou um idiota. Nada. Isso eh muito da hora.

Da pra traduzir cada estrofe dessa letra em lembranças pra mim, podia ficar aqui pensando em tudo, comentando tudo. Mas não rola mais. Elas foram. Ela se foi (e creio que não volta mais).

Eu sei que não to brincando quando falo de amor. No fundo, mas não tão fundo, a coisa é essa mesmo. Nunca vai deixar de ser.

Mais frio, mais quente, distante, onipresente. O amor tá lá.

Quem sabe eu volto a ser mais casual por aqui, não sei.

Desacostumei a não gostar.

terça-feira, 1 de março de 2011

The Gods Themselves


Comofas? e Fikdik (juro que não pude deixar de rir) estão um pouco diferentes. Eles estão juntos. Não como escreveram anteriormente, não sobre efeito de nada. Eles estão bem.

Esse blog tem espaço para boas histórias, histórias de caminhos, de amigos, de verdades e de mentiras, mas não para essas de amor.

Se tudo correr bem creio que esse blog não mais terá atualizações.

Estou postando como o E Foi Bom? por que é assim que deve ser. Não é o garoto de antes que procura uma cura ou um modo de ser feliz que esta escrevendo, mas o homem que procura ser feliz com a mulher que lhe faz sorrir todos os dias.

E como não poderia faltar, digo "Agradeço todo o amor recebido, mas com mil perdões o amor dela e seu sorriso é o único amor que eu quero e no momento necessito."

Um beijo, foi bom, mas tenho algo maior pra me fazer feliz.

PS: Não saiu nada. Está tarde e estou com sono, mas muito antes disso, desse texto e desse sono eu sei também de outra coisa: estou apaixonado.

PS2: Desculpe título, acho o livro lindo e merecia estar aqui.



segunda-feira, 10 de maio de 2010

Viver de conquistas


Creio que existe um único acontecimento culpado de fazer com que boa partes das garotas que nós conhecemos desista de se envolver contigo: a conquista.

Elas sabem muito bem o que pode vir depois desse tipo de coisa. Aquele frio na barriga próprio de "amores" pode se tornar um verdadeiro inferno de ilusões em sua cabeça, regido por pensamentos ligados ao "grande filho da puta mor" que magoou pela primeira vez seu coração a um bom tempo e fez com que ela amargasse qualquer envolvimento e, consequentemente, uma conquista por parte dele.

Vejo nisso uma das melhores coisas dentro de um envolvimento (ainda não estou tratando de um relacionamento em ). Claro que isso pode funcionar mais pra mim, que as vezes me sinto mais um escritor boehmio de 1900 perdido entre um texto e outro, quando tento fazer com que entendam o meu "gostar" usando de todas as formas e desculpas. Claro que não é fácil pra todos, mas "ter" a pessoa "conquistada" (não julgando-a submissa), até que tudo acabe por água abaixo (ou não) é quase um motivo para continuar esse envolvimento.

Como um idiota é capaz de virar para uma garota e dizer "Não preciso de você, já te conquistei" e julgar que tudo vai continuar bem? Posso bater nas costas dele e dizer "Parabéns, você acaba de criar um monstro", mas, ao mesmo tempo, ele pode ter acabado com um possível bom relacionamento por besteira.

Tudo bem, não vou bancar "o melhor dos homens" nesse tipo de questão, sei que nem tudo são rosas e muitas vezes ignoramos o fato de que "ela gosta de mim" simplesmente por que não gostamos dela, normal. Muitas vezes, os fatores que me fazem ter vontade de esclarecer as coisas quando não estou mais afim giram em torno da proximidade, da amizade, vivência e envolvimento. Se passar longe disso, pode ser que não me importe. Podem crucificar, mas vocês conhecem gente pior.

Não é sempre que vamos conquistar a pessoa certa, ou teremos muita consideração com certas casualidades, afinal, parto da premissa que não devo respeito a quem não merece, ignorando até a existência de que ela tenha sentimentos (sinceramente, sexo casual pode ser melhor do que você encontrar uma vadia onde não imaginava) e não é sempre que observamos uma conquista quando o encontro ocorre em uma única noite ou quando não suportamos a existência da ex-lanchinho em questão.

Conquistar serve para os mais egoístas assim como serve pros mais amantes. Se satisfazer é uma benção e sobreviver a isso é algo que não tem muito a ver com como começou, mas como ira terminar. como eu disse outra vez a uma amiga "o começo eu sei como é, a questão é você saber lidar com o fim das coisas".

Antes de julgar ruim ser conquistada, acho que vale a pena analisar o que te aconteceu antes, o que você viveu até agora e como pode tentar lidar com o fim (apesar de não ser saudável pensar no fim logo de cara), pois pode ser muito bom, por mais que dure pouco, mas pode ser melhor que muitos amores antigos.

Enquanto a mim, acho que não sou um castelo. Ao mesmo tempo, não ligo se isso acontecer, pra dizer a real eu sou um dos caras mais "fáceis" que eu conheço. Minha questão não é sempre saber o que fazer, mas saber o que é bom pra mim e o que pode me fazer seguir sempre em frente resistindo (como o castelo que não sou) as consequências dos fatos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Gostamos mesmo é de sofrer?


Amigas minhas que namoram/namoraram durante um tempo considerável vivem dizendo-me que tenho que largar dessa vida libertina de solteira e ter um relacionamento sério para saber como é bom ser realmente querida por uma pessoa. E apesar de eu ser bem desencanada (tentar e com sucesso, na maior parte das vezes), sustentando esse orgulho de não pertecer a ninguém e ter a todos, chega o momento no domingo, após um fim de semana geralmente agitado, que eu deito na cama e tudo que queria era receber aquela mensagem no celular de boa noite de alguém que realmente te quer bem e vai sentir saudade de você da 2ª até a 6ª feira.

Com isso, peguei-me pensando em meus quase relacionamentos dessa vida bandida, e cheguei a conclusão de que sim, eu já tive isso! E surpreendentemente, de quem eu menos esperava (e nem sei porque, na verdade seria a pessoa mais óbvia): de uma menina. Sim, entre tantos homens com que já sai, nenhum me tratou tão bem quanto uma certa menina com quem sai por um tempo.

Conhecemo-nos por acaso numa balada, trocamos números de celular e combinamos de nos ver 2 dias depois. Começamos a sair vezes e mais vezes, e os momentos com ela eram daqueles que me faziam ficar suspirando após cada encontro. Um convite pra ir a um café, a um cinema, para assistir um filme com ela, no frio, abraçadas em baixo das cobertas, um caminhar pela manhã juntas até eu ir embora, só para ficar mais tempo ao meu lado, sms perguntando se cheguei bem em casa e mandando boa noite...era tudo. Tudo isso tirando as outras milhões de qualidades que ela possuia: bonita, feminina, mais velha, formada em uma universidade federal, trabalho legal, estilosa, bom gosto musical, filmico...era a coisa mais fofa que já apareceu na minha vida. E eu, amando tudo isso. Era uma época que eu estava me relacionando praticamente só com mulheres, meio desencanada total de homens (nem sei porque, simplesmente aconteceu). Vivi tudo com muita empolgação e curti por muito tempo, sempre sentindo aquelas borboletas na barriga e aquela ansiedade absurda antes de ve-la e abrindo um sorriso de orelha cada vez que lembra de nós juntas.

Ai, eis que começo a ficar com um menino! E começo a me lembrar como é bom isso. De repente, toda minha fascinação pela menina começa a ir por água a baixo. E ela, tão fofa como sempre foi, me pede em namoro justo nesse momento. Fui obrigada a recusar e acabou. Um pessoa incrível, que saiu completamente da minha vida e de repente. E talvez fosse a que mais deveria ter ficado.

Entre tantos na minha vida, não digo que fui mal tratada por nenhum deles, mas nunca fui realmente bem tratada como uma mulher (e acredito que não só, mas como costumamos ter a fama de ser mais sentimental, né...) realmente quer ser. Parece que ao mesmo tempo que eles fazem algo que lhe agrade por um lado, decepcionam-te por outro. Ou então, justamente por terem feito algo que lhe agrade, fazem você ficar na espectativa de que as coisas continuaram assim, sendo que depois só vai ter a indiferença. Não acho que seja por mal, na maior parte das vezes. Mas apenas estão agindo coerentemente com o que estão sentindo, o que é certo. O que me faz concluir: nunca sentiram muito por mim. Já fiquei com muitas mulheres e ultimamente isso tem acontecido meio que por acaso. E sim, são sempre carinhosas. Não fazem tudo pensando somente em fazer sexo com você. Mulher com mulher rola uma amizade e cumplicidade que tornam a relação muito gostosa. Mas nunca mais chegou perto de dar em nada mais sério, e acho que principalmente por que eu não quero. Eu fico mesmo atrás de homens.

E por que, então?

Não estou considerando as diferenças no sexo em si, que acho que pode ser tão bom com ambos quando a relação que você tem com a pessoa é legal. Mas quanto a isso também, busco sempre com homens. Mulheres são sempre o acaso que me coloca.

A verdade é que eu fico atrás daqueles com quem minha relação não é exatamente do jeito que eu gostaria, e nem sempre é bom. Sempre estamos buscando a felicidade e muitas vezes quando a encontramos jogamos a oportunidade fora. Talvez essa história de que o que gostamos mesmo é de sofrer seja então verdade.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Relacionamentos: um bom modo de viver a vida.

Hoje é aniversário do meu pai, parabéns.

Eu sou do tipo de cara que refléte de tempos em tempos buscando a melhor alternativa de me sentir feliz. Se posso ser feliz com alguem, sozinho ou vivendo de casualidades.

Não sou o melhor dos homens, mas me julgo romântico e carinhoso, sentimental e um pouco bobo quando o assunto pega no peito, mas me julgo forte pra seguir após a intempéries.

Passando por algumas ocasiões, conhecendo pessoas das mais diversas personalidades e carinhos agente acaba tentando decifrar todo mundo através de um beijo, de uma noite, de um sorriso. Tenta encontrar um amor ou um desprezo, um vacilo que te faça entender tudo que aquela pessoa quer com você, por que está agindo daquele modo e como fazer para ela te amar ou te odiar quando preciso.

Vejo que trabalho através de cálculos.

Contas que somam, dividem e resultam no que eu preciso. A soma de todos os medos, todos os meus, fazendo de tudo para que o resultado seja positivo pra mim e não tão negativo pro próximo (as vezes nem sei por que me preocupo "tanto" com isso). Não sou, por conta disso, um cara frio, jamais.

Esses dias me julguei egoísta, medroso. Joguei pro alto algo que crescia em mim por medo de ficar chorando pelos cantos em um futuro próximo, mesmo pra mim, que "creio" saber lidar com as coisas, mesmo que dure uma única semana, eu corri. Não posso ter medo de fazer isso.

O maior erro de uma pessoa é não amar. Todo mundo pode achar que eu uso demais essa palavra (por mais que não seja constante), que ela perdeu o valor pra mim e que eu não sei o que isso significa. Errado. Eu sou um dos homens mais intensos que eu conheço, erro muito por conta disso, mas não vejo nexo em desperdiçar meus suspiros em uma cama pra depois me levantar e ter preferido dormir sozinho.

Posso garantir, pros mais invejosos (por assim dizer) que meus minutos são mais belos que os deles e que meus suspiros mais fundos que os seus. Mas é claro, sejamos francos, nem tudo são rosas e posso sim me deitar entre espinhos.

Claro, a apoteose que busco no amar acima de todos esses meus sentimentos parece utópica, mas acredito veemente na conclusão de "um abraço mais que afago e um beijo mais que um verso".

É bom estar para o amor como estão seus dias pra vida, pense.



domingo, 18 de abril de 2010

Eu posso tudo que quero ou quero tudo que posso?


Quais são as motivações da sua vida, o que necessariamente te faz feliz e como? Quem você gosta, quem você ama ou quem quer ter por perto? A saudade e o ciúmes são servidos frios ou você deixa tudo esfriar lentamente?

Gostar demais me faz passar por diversos problemas, me faz sentir demais e querer ter tudo ao mesmo tempo. Amores, amigas, mulheres, casualidades. Tudo passa muito rápido, estão lá, mas não é sempre que eu posso ter tudo ou mais de uma ao mesmo tempo. Quando relato esse tempo, não quero dizer simultaneamente, mas sim quando preciso.

Gostar de alguem, mas ver nela defeitos difíceis de engolir é meio traumático. Mesmo que Eros personifique o amor como sendo cego, é muito difícil vive-lo em sua plenitude, diversos momentos vão desperta-lo ou vaze-lo correr do sentimento, seja por egoísmo ou pura carência.

Aonde eu quero chegar com isso? Não sei bem.

A questão é que tem coisas hoje que me incomodam com relação a todo tipo de sentimento. O que eu plantei e o que estou cultivando, me deixando, sinceramente, confuso. Sei que batalho sempre e me julgo muito controlado com esse tipo de coisas, por isso não posso tomar nenhuma atitude sem saber necessariamente qual a minha realidade relativa a esses sentimentos. Como um resguardo.

Muita coisa tem me botado em xeque com relação a diversas situações que andam ocorrendo na minha vida e em volta dela, nesse circulo de vícios e virtudes que é meu cotidiano. Pessoas que gosto, gostei, que quero perto, que merecem mais, que estão indo embora ou que querem estar mais perto. O que fazer com tudo isso?

Muitas vezes eu acordo e penso que queria ter uma vida um pouco diferente, não ter conhecido pessoas e nem me sentir esse amante egoísta.

Será que é bom não sermos nós mesmos pelo menos de vez em quando?

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sexo: relação de amizade


Não é simples entender isso e nem tão fácil desenvolver, tudo depende de uma quantidade enorme de variáveis.

Uma vez ou outra acontece de você se ver dentro de mais um pseudo relacionamento, totalmente causal e muitas vezes oportuno (digamos que seja assim pra você). Você conhece alguem interessante que, impressionantemente, não teme as mesmas coisas que o senso comum e não liga muito para o que acontece com ambos fora daquele quarto ou daquele bar.

Ambos se encontram quando precisam, riem, conversam, se gostam. Mãos dadas na rua e carinhos trocados por nada, um abraço que ela não recebe a meses e um beijo que você só sente de vez em quando. Para o público externo um casal feliz e em um bom momento do relacionamento, pra vocês uma tarde boa como tantas outras, mas ao contrário do que todos pensam: nenhum relacionamento em questão.

A amizade ligada fortemente a convivência e a vontade de ambos de se verem, dormirem juntos e curtirem momentos sem que necessariamente exista um relacionamento é algo difícil de se acreditar, o velho termo da amizade colorida, mas pra mim um pouco mais definida, pois ambos tem interesse, apesar do forte motivo sexual, de conversar e levar assuntos sobre tudo que lhes é interessante. Forma-se um casal de amigos com um envolvimento totalmente casual, mas que recai um pouco alem por possuírem um assunto capaz de envolver muitas mais que um simples "bom dia e até mais".

A amizade ocorre somente depois do período inicial dos encontros casuais, são conversas, desabafos, saídas e encontros ocasionais que vão construindo um conjunto que antes não existia. Aquela figura meramente sexual vira um foco do seu carinho e vai se tornando, mais que uma parceira, uma amiga.

Claro que nem tudo são rosas, por mais que tudo siga bem e que isso dure até anos (pode acreditar), muita coisa se transformou pra que isso desse certo. Desejos, pensamentos e tristezas são passados e repassados a limpo por um dos lados, esse lado faz escolhas e, por mais que você não venha nunca a saber, é por causa dele que isso tudo existe.

Existem pessoas que não se enxergam dentro de uma situação como essa, mas que em um momento de suas vidas acabam por se ver nessa "confusão" e, por incrível que pareça, ainda se sentem bem. Um dos maiores medos é o envolvimento e a idéia de se magoar, pois nem sempre o acordo é mútuo e, mesmo que seja, ninguem responde com total sanidade quando o peito chama.

Todos somos egoístas e nem sempre agimos da melhor forma possível com essa pessoa, ambos se conhecem, mas todos querem buscar coisas novas sempre que possível. Mesmo desse modo, depois que tudo está construído, devemos pensar sobre a possibilidade de mágoa, pois, pelo menos pra mim, "não vim aqui para magoar ninguem" ainda mais alguem por qual tenho carinho.

Esse tipo de amizade não é duradoura, mas deve ser ao máximo sadia, para os dois lados. Você deve saber o que aceitar e tentar compreender o outro lado, pra que ninguem saia machucado. Ao mesmo tempo não espere sempre rosas. Você deve confiar na sua cabeça e no seu instinto para com situações ruins, pois podem te tratar como uma amizade, enquanto você crê em um relacionamento.

Por fim, eu acredito no bom relacionamento casual( por mais que pareça absurdo eu acreditar que ele possa existir de maneira sadia) que transforme uma amizade em algo legal de se curtir. Ao mesmo tempo, jamais desrespeitar e evitar qualquer consequência que traga mágoas. Estamos aqui atrás de uma forma de amor e não afim de receber pedras de alguem que não tratávamos como inimigo.

domingo, 28 de março de 2010

Um contrato pra firmar futuro


O que dizer quando nos sentimos carentes e em busca de algo real? Procuramos não se sabe o que com não se sabe quem, pensando em diversas formas de ser feliz e se irritando por julgar não encontrar ninguém, nunca.

Esse vazio que todo mundo busca preencher com pensamentos é comum em diversos momentos da nossa vida. Após longos, curtos ou intensos relacionamentos. Após momentos de grande tristeza ou até quando vemos amigos irem embora (seja lá qual for o por que).

Como eu disse no post passado, é bom encontrar alguém interessante, que chame sua atenção, mas até quando você fixar essa idéia vai ajudar a se sentir melhor?

A gente não pode viver aficionado nessa expectativa, se não a vida trava, certeza.

Conheço garotas interessantes que buscam esse tipo de ideal em cada relação em questão. Ou pior, só aceitam entrar em algo se for "técnicamente estabilizado". Na real, eu creio que elas não se dão ao direito de buscar uma possibilidade, uma aventura inicial. Nunca é bom o bastante ou nunca pode se tornar bom o suficiênte.

Um contrato, um negócio, uma garantia. A não ser que o horizonte mostre um caminho seguro, nada pode acontecer. Claro, ninguem quer ter dor de cabeça e se jogar em algo que nos machuque, mas a idéia que eu sempre passo é a estabilidade, não? Buscar lidar com os sentimentos e gerenciar o melhor a se fazer.

A carência afetiva é uma verdade pra todo tipo de pessoa, sendo fria ou sentimental, não importa, todos vão sentir algo assim um dia. Do mesmo jeito que creio na fé, creio que não adianta focar só pensando que nada da certo. Esperar acontecer não é o ideal, mas pensar que algo bom pode acontecer é válido, pelo menos pra mim.

Acredito que esse ano posso conhecer alguem especial ou que no mínimo valha a pena, salvo os casos e relacionamentos casuais cotidianos, tudo vai correr bem.

Sentimento é bom e ter em mente que você quer algo de bom pra si mesmo, sem expectativas doentias, é certo, válido e essencial pra se encontrar a felicidade.

Olha como eu tento ser filosófico de vez em quando, rs.

domingo, 21 de março de 2010

Amor em tempos de guerra


Amar é...

Bem relativo, diga-se de passagem. Costumo brincar muito com isso, pois acho bem simples se apaixonar e querer passar cada minuto da semana com uma pessoa. Nada mais gostoso e atrativo, tudo facilita. Claro que pode chegar a hora do enjoo e tudo mais, mas lido com isso como se fosse uma constante, tem vezes que enche e tem vezes que não.

A figura perfeita nem sempre é duradoura, muitas vezes momentânea, tudo muda nos momentos seguintes a intimidade. Após o sexo, a balada, a tarde juntos, as perfeições e imperfeições daquela pessoa (antes "momentâneamente tudo") se tornam barreiras e/ou escadas. A dois minutos eu a julgava essencial, agora não mais. Estranho.

O que agente faz com aquela "vontade absoluta" de mandar bom dia, boa tarde e boa noite por mensagem ou no telefone na semana passada? Isso meio que sumiu, caminhando junto a ela quando bateu a porta do carro. Você pensa "Ela não é tão boa assim" e acaba aceitando, mas sempre tem um "mas".

Mas ela é boa sim, mas ela é bonita, mas ela é divertida, mas ela é madura, mas ela é(...). Tudo que você sabe dela é uma imensa verdade, o problema é que tudo quase se anula com a afirmação da convivência. O que nos força, meio que inconscientemente, a gostar mais.

Mesmo após vacilar e aparentemente desistir dela, a noite cai e um aperto fica, você manda uma mensagem de boa noite e aguarda uma resposta a altura. Forçado ou não a gostar você reconhece nela algo que fazia um tempo não achava, meio que camuflado e muito íntimo, algo que só você pode enxergar, algo que só você pode prezar: um valor.

Encontrar alguém de valor, por mais que não aparente ser a melhor pessoa do mundo, é muito bom e pode te trazer mais felicidade. Creio que seja difícil, ao mesmo tempo, calcularmos esse valor, vai de pessoa pra pessoa, nem sempre os meus valores podem ser aceitáveis para outros.

Na verdade nós mesmos podemos nos iludir e nos encontrarmos em valores meio falhos, ou incompletos. É nessa hora que devemos ser um pouco egoístas e sacar da premissa de que "o amor não é perfeito".

É bom gostar, amar, estar e conviver. Acho válido você não se guardar, aprender a lidar com as coisas e deixar que todo o amor venha a acontecer.

Quando me referi a guerra no título quis fazer uma alusão a dificuldade que agente tem de gostar, brigamos com nós mesmo por isso, até quando se torna óbvio que é esse o destino.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O julgamento de um cafajeste


Posts de começo de ano são sempre assim, ainda mais em um espaço como esse, que agente expressa um lado mais cruel, realista, sentimental e verdadeiro da nossa opinião. Prometo ser o mais interessante possível.

O que eu passei esse ano foi foda. Relacionamentos, encontros, amigos, casualidades, amores e um leve toque de tristeza. Normal pra um jovem comum de vinte e poucos anos, não?

Amante. Talvez seja um defeito eu mesmo me julgar um desses, a velha história do boêmio poeta , tudo é bom, tudo é festa. No final das contas a tristeza é só mais uma razão pra comemorar com os amigos mais tarde. Procurei gostar de quase todas as garotas que conheci, tentei, me esforcei em alguns casos, mas não foi o ano certo pra isso. Tomei alguns pés e deixei coisas de lado, boas garotas e possíveis amigas, pelo fato de não achar que poderia ser a certa. É complicado escolher quem gostar, mesmo pra um cara que não tem medo de nada (relacionamentos meu velho, relacionamentos...).

Percepção. Se eu já me julgava ligeiro pra esse tipo de coisa, quando se trata de mulheres, acho que esse ano foi a prova pra constar que REALMENTE nem tudo são rosas, não mesmo. Conheci uma boa quantidade de esteriótipos, de desejos, de medos e de "foda-ses". O que eu quero tem gente atrás e procurando em dobro (deixando claro que falo sobre mulheres, pois de homem todo mundo já sabe disso). Chego esse ano atráz de algo bom, mas de escudo e espada na mão.

Vacilos. Vacilei. Perdi muito por erros idiotas. Nada ligado a relacionamentos de fato, mas me antecipei demais, posso ter assustado quem eu queria bem, devo ser mais calmo. Sempre penso no tempo e acabo indo com muita sede ao póte, vou tentar ir mais devagar. Preciso, aliás.

Errei. Passei tempos felizes. Começo, meio e fim. Tudo acabou pra mim do jeito que eu imaginava, cedo ou tarde. Complicado é ver que esse mesmo tempo tenha sido como um rompimento pra outra parte, isso é foda .Creio que magoei quem não devia e fugi de algumas responsabilidades por ter a idéia de que "nem tudo era culpa minha" , agente sempre pensa que "acalmar os demônios dos outros" não tem nada a ver com agente. Claro que não, fiz o que achava que podia (nunca demais e nem muito menos o bastante).

No fim, pra esse ano, espero mais amor, mais tempo pra curtir quem eu gosto e mais qualidade de vida (se é que você me entende). Foi muito bom e não me arrependo 100% de muita coisa (vou chutar uns 10% de tudo que aconteceu. Esse ano poderia ter sido diferente, mas se vaca voasse, não é não?). Creio eu, que tudo que eu fiz foi por que tinha que ter sido feito, por que sou desse jeito mesmo, aprendi e agora mais um ano chega com mais uma ficha pro jogo.

Desejo um feliz ano novo pra vocês, beijos pra todos os amores e um único até mais pros meus inimigos!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Trocando minha insegurança pela sua


Acho que vou mudar esse blog pra "Comofas? e Fikdik em: E foi bom?", já que mais ninguém escreve aqui (chega d lástima). Enfim.

Deu pra perceber que a maioria das coisas que eu escrevo surgem à partir de conversas com algumas garotas/amigas/peguétes. Eu, particularmente, adoro conversar com mulheres sobre suas vidas amorosas e seus anseios sentimentais, é legal saber que ela confia em conversar com você sobre isso, ou simplesmente não dá a mínima (existem casos).

Em uma conversa que começou em uma saída amigável (sai com ela, mas sem fins lucrativos) surgiu o assunto "Ex" e os problemas que envolvem essa entidade quase que demoníaca (para uns) e insignificante (para outros).

O fim ocorreu, mas os remembers e conversas sem nexo se tornaram inevitáveis. Claro que a culpa disso é dela (no caso) de sempre "trombar" com o individuo, de ver o que acontece, de ir até a casa dele e de mexer naquela máquina destruidora de relacionamentos: o orkut.

Sabe como é, não? Não culpo só as garotas, os homens fazem isso. O que quero deixar claro é que fazer isso é a mesma coisa que pular em cama de prego, andar em brasa quente e amar sua sogra: você sabe que tá fazendo merda, mas vai que vai. O problema não está em ver que a vida dele segue, é ela não estar preparada pra isso. Ai vai lá e sofre, chora e tudo mais.

Sabendo qual é o background da situação vocês vão poder entender aonde quero chegar.

Ao conversar sobre o que fazer ela me veio com uma questão que, pra mim, se tornou um revelação muito clara. Ela disse "Como faço pra sair dessa por cima?". A meus amigos, todos querem, não é mesmo?

Como, uma pessoa que corre atrás da outra e se mostra tão submissa a tristeza pode, de uma hora pra outra, deixar claro que a existência do cara não lhe importa mais?

Na minha cabeça esse é o típico caso em que ela liga mais para o que ele vai sentir (tipo "ela não liga mais pra mim? IMPOSSIBLE" ou "oh deus, ela sumiu, será que eu perdi ela de vez?") do que no fato de esquece-lo. Uma vingança, meio que disfarçada, mas algo que faça ele sentir parte do que ela sentiu.

Gente do céu, será que um pouco de maturidade e auto confiança não seriam um pouco mais aceitáveis? Eu sei, mais do que ninguém, que esquecer é um desafio, uma prova muito difícil e muitas vezes deixa marcas, mas botar como objetivo "ser melhor que ele" não vai fazer você esquece-lo e nem ele te amar do nada (calma, eu sei que isso existe, mas estou querendo lidar com a situação).

Quando você tenta esquecer alguém, a primeira coisa que deve-se fazer é aceitar, passar por cima e entender que tudo tem seu fim. Pare pra pensar, você não merece sofrer e pensar assim chega a ser até mais justo consigo mesmo. Ele não te ama, adeus. Pense em ser feliz.

Esse tipo de coisa me deixa triste (se não revoltado), pois é isso que faz as pessoas deixarem de aceitar gostar das outras, o desejo de nunca voltar a se sentir inferior, de se vingar, de sair por cima. A sua insegurança é passada a frente e busca sempre passar por cima da insegurança do outro.

Auto estima não é só se sentir melhor que o outro, é saber lidar com seus limites e fantasmas de maneira segura e respeitando o que você sente. Eu não me deixo de jogar em relacionamentos, claro que não sou perfeito, mas aprendi bem a lidar com o que eu sinto (mesmo sendo tão sentimental). É muito bom aprender mais de si mesmo e mais com outras situações ou pessoas.

Quando você busca ser melhor que ele, acredito estar apenas querendo provar seu poder sobre o que ele exerceu sobre você, passar por cima do amor e do sentimento, querendo uma prova física de que ele te deseja e ter certeza de que vai sentir sua falta (mesmo não sentindo mais, tornando sua lamúria ainda mais triste).

O melhor é analizar O QUE VOCÊ vai sentir e COMO sentir. Qual sua força pra lidar com isso e quão gradativamente você pretende melhorar e esquece-lo. Tendo em mente que essa conquista é sua, sendo motivo de orgulho seu e de mais ninguém.


Não é pra sofrer calada, mas se estabilizar de maneira conciente. A idéia é construir um alicerce que crie sustento, nao uma alternativa que sirva apenas para o momento. Pense.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Amizade com ex?


Hoje sai com a minha amiga e ex-namorada.

Minha ex entre termos (como todos meus/minhas ex). Não sei exatamente se de ficadas constantes e esparsas por mais de um ano, no qual nos compartilhávamos com outras pessoas conscientemente (mesmo que tenha tido como ápice um namoro de 1 dia, no qual ela, após me jurar fidelidade, se pegou loucamente com outra garota na minha frente), contam exatamente como um relacionamento sério.


Somando-se isso ao fato da não existência de sexo. O triste motivo, nem nós sabemos direito. Uma falta de local apropriado (não que isso seja exatamente um empecilho!), impossibilidade de uma das duas (infelizmente mulheres não estão sempre aptas!), uma briguinha besta que fez deixar a outra na mão (literalmente!), ou, até mesmo, o fato de uma largar a outra por uma terceira pessoa (cruelmente!).

Mas este é apenas mais um dos muitos relacionamentos bizarros que já tive e que sei que terei pela frente (e que, ao que me parece, são os únicos que sou capaz de manter). E sim, o considero um relacionamento, porque houve muito sentimento. Ainda há. E isso me faz ver que acredito sim que possa haver amizade pos-término de relacionamento.

Nesta simples mesa de bar de hoje, em meio a um dia qualquer da semana, sem nenhum encontro especial marcado, sentamos só as 2, como a tempos não fazíamos, pra beber, conversar e matar as saudades como boas amigas, já que não nos víamos a um certo tempo. E nestas horas, falamos sobre tudo. Inclusive sobre nós.

E é estranho como podemos falar declaradamente sobre o ciúmes que ainda sentimos (e como) uma da outra quando nos vemos acompanhadas de outras mulheres, sem contudo, deixar de aceitar e levar numa boa esse fato, desejando, sinceramente, que a outra esteja feliz ao lado de quem estiver. Mesmo com recaídas, do tipo ligações, no meio da madrugada, chorando desesperadamente ao pedir que eu largasse a outra e que ficasse com ela que era a verdadeira mulher da minha vida (!), pudemos suportar já muita coisa que machucou seriamente as duas e continuarmos, acima de tudo, amigas.

Compartilhamos, inclusive, a mesma cama diversas vezes após o término do “relacionamento”, dormimos abraçadas... mas vi que a amizade era tão importante que nos fez pararmos em uma das nossas muitas tentativas de sexo, temendo estragar tudo que andava tão bem por estar esquecido e abafado lá no fundo, em troca de um remember dos tempos perturbados (e como!) que ficamos juntas.

E eu tenho certeza que não foi apenas uma paixãozinha fácil de ser superada. Foi a primeira garota com quem eu fiquei, e isso complica ainda mais, coisa do tipo “meu primeiro amor” feminino. Eu lembro o que senti e o quanto a quis. E isso é bem difícil para mim admitir, dificilmente me deixo realmente gostar de alguém. Mas quando gosto, me jogo mesmo. E como geralmente não é recíproco, não tem ninguém lá pra me segurar e eu acabo levando um belo tombo. E assim foi mais uma vez. Primeiro cai eu, depois a situação se inverteu e ela caiu, e depois ainda caímos juntas. Mas não dava, não rolava, não funcionávamos juntas. Decidimos então ficarmos de pé, sem ninguém se jogar em lugar nenhum, e separadas.

Mas eu a amei. E passou. Ela me amou também, e também passou. Passou, sem precisarmos fugir, nos distanciar, fingir que não nos viamos. Continuamos saindo juntas com nossos amigos, ficamos lado a lado, vimos uma a outra se agarrando com outras pessoas e agarramos juntas as mesmas pessoas às vezes, compartilhamos experiências de sexo que tivemos com outros, dividíamos segredos amorosos... Foi um tratamento de choque, de certa forma, para que o sentimento que tínhamos deixasse de existir, meio masoquista até, mas enchemo-nos uma da outra até nos enjoarmos enquanto amantes. Mas esse tipo amor passou, tornou-se uma coisa extremamente platônica. Não nos tocamos mais, nada de contato físico (quase sempre conseguimos, admito que há algumas recaídas em conseqüência principalmente do álcool), mas eu tenho certeza que nos amamos ainda, mas um amor diferente

E foi bom? Foi! Não me arrependo de nada (exceto, talvez, de não termos nos amado "concretamente" como nos amávamos sentimentamente). A amizade que temos hoje é uma coisa bem diferente das que já tive, é especial e única, e não quero a perder por nada. Provavelmente, ganhei muito mais com ela como amiga do que se fossemos qualquer outra coisa. Realmente, não há sexo, há só conversas. Mas se quer saber, apesar de nunca termos chegado aos finalmentes, foi muito bom, porque apesar de tudo, poucas vezes já me fizeram sentir tanto prazer como só um beijo dela já fez.

(e meninos, desculpem me pelo primeiro post que não exala testosterona)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Traição por esporte?


Bem, não é tão simples falar de algo que todo mundo diz que não fez, não pensa e jamais faria.

Não importa o sexo, a probabilidade é igual pra ambos, com teorias que facilitam os homens e outras que indicam as mulheres como as mais espertas no assunto. Claro que o homem "come" e a mulher "dá", tornando o homem, na visão popular, melhor que a mulher. Meio errado (isso é até mais complicado do que falar de traição), mas o mundo é cruel e todo mundo sabe disso.

Eu já trai. E vou dizer, é muito simples. Chega a ser ridículo o quão normal isso pode se tornar, sem afetar em nada sua vida amorosa. Claro que eu sou uma maçã podre que não devo ter coração (¬¬), mas o fato é que eu sinto um variável peso na consciência, que pode sumir com o tempo e que muda de acordo com a idéia: foi bom ou não (transar com a ditacusa)?

Transar. Convenhamos, trair pra dar beijos... FOR GOD SAKE?! De que mundo eu vim? Tenho mais de 20 anos e sexo é tipo um bônus, nem tão fácil e nem tão difícil. Pra que eu vou arriscar meu suposto relacionamento pra beijar alguêm? Pra andar de mãos dadas no rolê? Se é loco. Se for pra fazer algo, que seja com "estilo".

Fazer direito, isso sim é complicado. Todo mundo sabe que isso é zica, que da merda e todo mundo descobre. Não é fácil manter as aparências e eu já tive que ter "sorte" pra não botar tudo a perder. Existem milhões de jeitos de se esconder esse tipo de coisa, acho que a parte mais foda é você lidar com o sentimento de culpa ou uma possível paixãozinha pela garota "B", sendo esse o tipo de coisa que não pode acontecer.

A Fikdik comentou sobre isso (aqui) e eu acabei pensando muito no caso. O que seria de alguêm que amasse o outro avisasse que a monogâmia era um inferno? Se você vai fazer de qualquer jeito, sem deixar de amar quem você ama, por nada, o que fazer? Contar que você acaba ficando com outras pessoas ou omitir tudo?

Eu acho possível você gostar muito de alguêm, não amar outra pessoa, fazer questão de estar com ela, mas ainda sim, ficar com outras pessoas. Um ditado clichê pode ser aplicado aqui: o que os olhos não vêem o coração não sente.

Chega a ser cruel, eu sei, mas muitas vezes é possível. Minha família é cheia de exemplos e até você pode sofrer disso sem saber (ou pior, saber e amar do mesmo jeito).

Outra ditado, que guardo pra mim é "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Tudo bem que eu tenha "sorte", mas é bom que, se forem fazer comigo, façam direito e não deixem que eu descubra. Sou um cara conciênte e sentimental, mas com uma boa capacidade de ser vingativo, frio e calculista.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Elas não ligam mais pra nós


Já que eu sou o único verdadeiramente afim de postar nesse blog lá vou eu. Aliás, se vocês não perceberam, esse é um blog colaborativo que conta com 5 pessoas postando: Comofas?(eu), Fikdik (uma garota), Epic Fail Guy, Namaldade e Todibrinks. Na real esses nomes são ridículos, mas servem pra dizer um pouco de como posta cada um e esconder nossa cara do mundo (até que descubram quem somos).

Enfim.

Esse post surgiu ao ler um texto relacionado a relacionamento (ho-ho) de um Blog muito legal, chamado The Amazing Adventures of Punny Parker. Pra quem não conhece o cara do blog desenha tiras de um pseudo Peter Parker ainda criança, sem poderes e inimigos (com super poderes, claro), mas com todas as referências NERDIASTICAS que alguém poderia ter. Mas chega de jaba, visitem o blog e boa leitura, é foda manter o texto falando sobre Marvel e coisas do tipo. Vamos, vamos!


Então. No texto (que não tem nada a ver com o blog, por isso que achei legal), ele desabafa algo que acho muito justo pensarmos quando uma situação de risco acontece: ao perder a garota e sentir saudade, saber o que é bom pra ela e pra você.

Ninguém é obrigado a deixar de gostar de alguém de um dia pro outro, bem como não somos obrigados a aceitar uma pessoa de volta. O problema acaba ficando nesse buraquinho entre os dois casos: como aceitar que a outra pessoa não te quer e sair dessa merda numa boa?

Não dá!

Agente cresce e passa a entender que não da pra se entender 100%. Não adivinhar de quem vamos gostar é um fato, agora, lidar com pessoas que podemos gostar sem querer é uma verdadeira desgraça.

Para ficar mais claro. Assim como ele eu gostava muito da minha ex e a vida era perfeita, até o fim do relacionamento e eu simplesmente deixar de gostar dela de um dia para o outro, não sentir mais falta e fim. Aconteceu que o sentimento acabou voltando e a vontade de ficar com ela também. Fiz o que pude, até perceber que ela não queria mais nada mesmo e que eu, por mais que ela não quisesse, ainda queria ela um dia.

Após passar por alguns relacionamentos e conversar com pessoas a gente passa a entender melhor as coisas e a ter uma idéia: o que você sente tem muito valor e meio que se foda que a outra pessoa não goste de você, é legal você sentir algo por alguém (sabendo lidar com isso de uma maneira saudável) e você não deve desistir de gostar das pessoas por conta disso.

Bem, tá meio emo, mas o final é mais de machinho.

A questão final dessa história é que aprender a lidar com o que você pode sentir requer força de vontade e até certo ponto de frieza. Olhar pra si, não deixar se tornar palhaço de ninguém e não deixar se abalar por se sentir sozinho. Todos temos algum amigo, irmão, mãe ou algum parente que escuta e nos apóia, basta você deixar de ser vacilão e prestar atenção nisso.

É sempre bom gostar de alguém e se você é capaz de gostar de muitas pessoas ao mesmo tempo, também é muito bom. Aprenda a lidar com tudo e experimente ao máximo, às vezes uma maçã que parece podre pode trazer o gosto mais doce :).

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Como pegar mulheres?


Pra início de conversa, se você está procurando encontrar respostas pra pergunta do post, com dicas e sugestões da melhor roupa, perfume e tudo mais, acesse o site Mens Health e encontre tudo que um homem moderno precisa saber pra conquistar sua gata.

¬¬

Pra falar a verdade isso continua sendo um mistério pra mim, uma coisa muito aquem das minhas possibilidades, onde o simples ato de pensar em chegar "naquela mina dançando" me reméte a extrema vergonha e medo de engolir seco um NÃO cabuloso, que, mesmo eu não amando aquela garota e nem ter vontade de casar com ela (tá, pode ser só sexo mesmo), ei de partir meu coração e perder uns pontos da minha preciosa moral masculina.

Muitos (ou poucos, fato que o blog é novo) vão dizer e cuspir declarações que eu sou um potêncial frouxo bixa ou, aqueles com maior senso de carinho e amor ao próximo, vão falar pra eu beber mais e relaxar mais, pois a vida é feita de perde e ganha. Ainda sim, terei de me explicar e teorisar minha verdade.

Porra, pra mim é MUITO DIFÍCIL o primeiro contato, quase impossível se não existir aquele amigo seu que está chavecando a amiga dela, ou se ela não estiver sentada em uma roda de bar prestando ligeira atenção no que você diz e, o melhor de tudo, rindo. Sou um cara de sinais e, dentro da minha realidade, as coisas devem acontecer, devem fluir, da melhor maneira possível e, se possível, levando aquela garota em minha direção.

Eu ia falar desenfreadamente, mas como fez meu amigo, escreverei em tópicos.

Aproximação seguida de toque - Essa pra mim é uma das únicas que dão realmente certo. Eu converso com a garota uma cara, até rola um clima, mas não existe possibilidade deu lançar um "Vamo beja?" ou algo assim (estou falando de mim, mas já presenciei neguinho usando essa cantada e PEGANDO a ditacuja). O que resta? Segurar a mão. CLARO! Se a garota sente o leve toque dos meus dedos e aceita segurar lindamente minha mão eu, internamente, já comemoro a vitória.

Oi, sabe aquele meu amigo que tá olhando pra você a uma cota? Então... - Essa ai é foda. Quase TODAS as mulheres que eu conheço ODEIAM o babaca que faz isso, mas posso garantir pra vocês: 70% das mulheres que eu pego no rolê SÃO pegas utilizando essa merda de tática. A verdade é absoluta, eu posso chegar pelado, dançando tango ao som de Radiohead, se a mina me achou bonito ou viu algo a mais em mim enquanto agente se olhava na pista ela vai querer me pegar e foda-se como eu cheguei até ela. Mas se não funciona, eu desisto penso que só me resta buscar outro amor ou a gordinha que eu peguei da outra vez.

AWEY! - Essa já aconteceu com todo mundo. Eu tava de olho nela, achei ela bonita, sensacional, conversamos na mesa do bar despretenciosamente, entramos no rolê e andamos com o grupinho. Dado momento (umas 3 latas depois já tinha dado uma lubrificada), começamos a dançar mais perto e POW AWEY! Peguei, não falei nada, praticamente não fiz nada. Devo dizer que esse momento é um dos melhores.

Bom, deu pra entender mais ou menos como eu pego mina no rolê. É meio complicado e eu não me lembro bem de outros jeitos. Da pra dar uma mesclada e trocar a balada do item dois com festa em casa, o ambiente não interessa, é muito obra do acaso e o que mais acontece é a segunda situação com uns 55%, a primeira com 30% e a última com os 15% restantes. Duro, mas realista.

Acho que a questão mesmo é que, apesar de eu não sofrer com muitas vacas magras, eu não sei mesmo chegar em garotas e quer dizer que, se você não sabe, não precisa se desesperar, você só não usou todos os artifícios. Testa ai, vê se rola alguma coisa que eu falei ai em cima na sua realidade pra saber se foi bom ou não e se só serve pra mim mesmo. Fica a seu critério.


PS: Hoje morreu Michael Joseph Jackson, o Michael Jackson, nosso querido rei do POP. Tá certo que ele teve uns problemas com umas pessoas pequenas por ai, mas eu iria no show dele DE QUALQUER JEITO. Valeu Michael!