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terça-feira, 1 de março de 2011

The Gods Themselves


Comofas? e Fikdik (juro que não pude deixar de rir) estão um pouco diferentes. Eles estão juntos. Não como escreveram anteriormente, não sobre efeito de nada. Eles estão bem.

Esse blog tem espaço para boas histórias, histórias de caminhos, de amigos, de verdades e de mentiras, mas não para essas de amor.

Se tudo correr bem creio que esse blog não mais terá atualizações.

Estou postando como o E Foi Bom? por que é assim que deve ser. Não é o garoto de antes que procura uma cura ou um modo de ser feliz que esta escrevendo, mas o homem que procura ser feliz com a mulher que lhe faz sorrir todos os dias.

E como não poderia faltar, digo "Agradeço todo o amor recebido, mas com mil perdões o amor dela e seu sorriso é o único amor que eu quero e no momento necessito."

Um beijo, foi bom, mas tenho algo maior pra me fazer feliz.

PS: Não saiu nada. Está tarde e estou com sono, mas muito antes disso, desse texto e desse sono eu sei também de outra coisa: estou apaixonado.

PS2: Desculpe título, acho o livro lindo e merecia estar aqui.



quinta-feira, 23 de julho de 2009

Amizade com ex?


Hoje sai com a minha amiga e ex-namorada.

Minha ex entre termos (como todos meus/minhas ex). Não sei exatamente se de ficadas constantes e esparsas por mais de um ano, no qual nos compartilhávamos com outras pessoas conscientemente (mesmo que tenha tido como ápice um namoro de 1 dia, no qual ela, após me jurar fidelidade, se pegou loucamente com outra garota na minha frente), contam exatamente como um relacionamento sério.


Somando-se isso ao fato da não existência de sexo. O triste motivo, nem nós sabemos direito. Uma falta de local apropriado (não que isso seja exatamente um empecilho!), impossibilidade de uma das duas (infelizmente mulheres não estão sempre aptas!), uma briguinha besta que fez deixar a outra na mão (literalmente!), ou, até mesmo, o fato de uma largar a outra por uma terceira pessoa (cruelmente!).

Mas este é apenas mais um dos muitos relacionamentos bizarros que já tive e que sei que terei pela frente (e que, ao que me parece, são os únicos que sou capaz de manter). E sim, o considero um relacionamento, porque houve muito sentimento. Ainda há. E isso me faz ver que acredito sim que possa haver amizade pos-término de relacionamento.

Nesta simples mesa de bar de hoje, em meio a um dia qualquer da semana, sem nenhum encontro especial marcado, sentamos só as 2, como a tempos não fazíamos, pra beber, conversar e matar as saudades como boas amigas, já que não nos víamos a um certo tempo. E nestas horas, falamos sobre tudo. Inclusive sobre nós.

E é estranho como podemos falar declaradamente sobre o ciúmes que ainda sentimos (e como) uma da outra quando nos vemos acompanhadas de outras mulheres, sem contudo, deixar de aceitar e levar numa boa esse fato, desejando, sinceramente, que a outra esteja feliz ao lado de quem estiver. Mesmo com recaídas, do tipo ligações, no meio da madrugada, chorando desesperadamente ao pedir que eu largasse a outra e que ficasse com ela que era a verdadeira mulher da minha vida (!), pudemos suportar já muita coisa que machucou seriamente as duas e continuarmos, acima de tudo, amigas.

Compartilhamos, inclusive, a mesma cama diversas vezes após o término do “relacionamento”, dormimos abraçadas... mas vi que a amizade era tão importante que nos fez pararmos em uma das nossas muitas tentativas de sexo, temendo estragar tudo que andava tão bem por estar esquecido e abafado lá no fundo, em troca de um remember dos tempos perturbados (e como!) que ficamos juntas.

E eu tenho certeza que não foi apenas uma paixãozinha fácil de ser superada. Foi a primeira garota com quem eu fiquei, e isso complica ainda mais, coisa do tipo “meu primeiro amor” feminino. Eu lembro o que senti e o quanto a quis. E isso é bem difícil para mim admitir, dificilmente me deixo realmente gostar de alguém. Mas quando gosto, me jogo mesmo. E como geralmente não é recíproco, não tem ninguém lá pra me segurar e eu acabo levando um belo tombo. E assim foi mais uma vez. Primeiro cai eu, depois a situação se inverteu e ela caiu, e depois ainda caímos juntas. Mas não dava, não rolava, não funcionávamos juntas. Decidimos então ficarmos de pé, sem ninguém se jogar em lugar nenhum, e separadas.

Mas eu a amei. E passou. Ela me amou também, e também passou. Passou, sem precisarmos fugir, nos distanciar, fingir que não nos viamos. Continuamos saindo juntas com nossos amigos, ficamos lado a lado, vimos uma a outra se agarrando com outras pessoas e agarramos juntas as mesmas pessoas às vezes, compartilhamos experiências de sexo que tivemos com outros, dividíamos segredos amorosos... Foi um tratamento de choque, de certa forma, para que o sentimento que tínhamos deixasse de existir, meio masoquista até, mas enchemo-nos uma da outra até nos enjoarmos enquanto amantes. Mas esse tipo amor passou, tornou-se uma coisa extremamente platônica. Não nos tocamos mais, nada de contato físico (quase sempre conseguimos, admito que há algumas recaídas em conseqüência principalmente do álcool), mas eu tenho certeza que nos amamos ainda, mas um amor diferente

E foi bom? Foi! Não me arrependo de nada (exceto, talvez, de não termos nos amado "concretamente" como nos amávamos sentimentamente). A amizade que temos hoje é uma coisa bem diferente das que já tive, é especial e única, e não quero a perder por nada. Provavelmente, ganhei muito mais com ela como amiga do que se fossemos qualquer outra coisa. Realmente, não há sexo, há só conversas. Mas se quer saber, apesar de nunca termos chegado aos finalmentes, foi muito bom, porque apesar de tudo, poucas vezes já me fizeram sentir tanto prazer como só um beijo dela já fez.

(e meninos, desculpem me pelo primeiro post que não exala testosterona)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

DESABAFO: Mulher de amigo seu é...


Caralho.

São 7 horas da manhã é uma segunda feira linda de meu deus. Domingão de noite termino com um rolê FERVENDO DE MULHER, que eu, malandro que sou, deixei passar por ser ruim de papo. O post não será sobre essas lindas mulheres (talvez mais tarde), o post de hoje trata de um assunto MUITO DELICADO, chamado: ex-namorada (em itálico, por que nos meus posts será tratada como um termo quase ciêntifico).

"Porra, é um blog de emo agora?"

NÃO NÃO queridos leitores, vou falar um pouco sobre uma revolta que me queima, que me deixa FUDIDO.

Sou um homem e ,como todo bom homem, conheço muito bem os tipos da minha espécie: suas ambições (sexo), seus desejos (sexo com duas mulheres) e suas perdições (sexo com a ex/mulher do amigo). Sabendo de tudo isso, sei identificar os tipos de aproximação e as maldades que nós sabemos que cometemos: dar de joão sem braço, conversar, virar amiguinho e etc.

Agora irei situar vocês na história (de maneira rápida e gentil).

Conheci. Namoramos. Sai com ela e meus amigos. Brigamos. Terminamos³. Voltamos³. E fim. (lindo não?)

NESSE FINAL DE CASO, recebi denúncias de que um amigo de longa data virou amiguinho da minha ex (¬¬) e andavam conversando nos chats dessa vida. NÃO SOU O EX NAMORADO CHATO QUE PESA NA EX (que isso fique bem claro), mas JAMAIS E EM TEMPO ALGUM ficaria de TITITI com ex mulher de amigo meu (quero que releiam as letras em bold que destacam o LONGA DATA), ainda mais uma garota que eu sei que ele gostava muito (sim,*sentimental mod on* eu era apaixonado por ela e ainda hoje tenho muito carinho *sentimental mod off*). Então, queridos amigos, o que vocês pensariam de um amigão desses?

TEMPO!

Continuando.

Vocês devem estar me achando um otário e talz, mas sabem aquela única garota que, até o momento na sua vida, você colocaria a mão no fogo por acreditar? Bom, prazer, eu conheci uma dessas. Fiquei chateado e conversei com os dois pois, apesar da vida dela não fazer mais parte da minha, senti uma ligeira (eu sou muito otário bonzinho) falta de respeito do meu grande amigo. Vergonhas a parte, terminou tudo em um simples caso de amizade que eu, friamente, acredito (por conta dela, pois como eu disse, os truques e macetes de homem eu conheço).

Não me importo dele conversando com ela ou vice e versa, a vida é dela, mas como amigo acho SIM falta de respeito (que me atire a primeira pedra, e apresente sua ex namorada pra mim, o cara que adora ver ex-mina na mão de amigo) e, como está explícito no ínicio do post, fiquei PUTO.

"Puto? Comofas?"

Sim, sim, mas advinhem por que? REINCIDÊNCIA MEUS CHAPAS, REINCIDÊNCIA. Não me basta o babaca conversar com esse puta amigão e crer (por também conhecer o cara e saber que ele nunca foi disso, pois sempre foi muito sonso) no que ele dizia, tive que testemunhar os papinhos do campeão em meio a essas comunidades maneiras on line. PRONTO. Pau no meu cu, foda-se que ele sabe que eu fiquei chateado, não é? Respeito meus camaradas, respeitos com os amigos.

Me resta conversar com minha ex por isso e pedir que seja mais de boa, que me respeite tambem (eu me sinto um babaca), pois eu não ficaria de papo com as amiguinhas dela. E o que eu faço com um cara desses? Passo a ignorar esse campeão da minha vida, orkut, msn, twitter, fotolog, e-mail, lista vip de balada, aniversário e existência. Convenhamos, eu deveria comer a ex/mina dele, não é?

Não me sinto o melhor dos homens por ter sentimentos por ela, pelo conjunto da obra e por saber que já não existe mais nada entre nós. Foi bom o que vivemos, foi sensacional. Sou um cara meio intenso e quando gosto é foda, mas não é nada bom ficar carregando sentimento por toda vida, mas na situação que me encontro devo deixar o tempo passar.

Já meu grande amigo, deixo que uma sábia letra de rap resolva o caso e finalize com o que penso de verdade:

"muito perto, traíra diz que é amigo e é o inverso, eu enxergo, mais um filho da puta no universo, sincero? sinceridade assim, nego eu num quero, diz que é meu irmão me apunhala quando menos espero..."